| 001 - ETIQUETA DE REGISTO |
| Identificador do registo |
9471 |
| 100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO |
| Dados gerais de processamento |
20160303d2012 y0pory50 ba |
| 101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO |
| Língua do texto, banda sonora, etc. |
Português |
| 200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE |
| Título próprio |
Dating violence |
| Informação de outro título |
causes and effects |
| Primeira menção de responsabilidade |
Carla Paiva |
| 210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC. |
| Lugar da publicação, distribuição, etc. |
[Braga] |
| Nome do editor, distribuidor, etc. |
Universidade do Minho |
| Data da publicação, distribuição, etc. |
2012 |
| 215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA |
| Indicação específica do tipo de material e extensão do item |
1 tese |
| Outras indicações físicas |
recurso eletrónico, https://hdl.handle.net/1822/19681, acesso restrito |
| 225 ## - COLECÇÃO |
| Título próprio da colecção |
Estudos |
| 300 ## - NOTAS GERAIS |
| Texto da nota |
Tese de Doutoramento em Psicologia, Especialidade de Psicologia da Justiça, pela Universidade do Minho, Escola de Psicologia |
| 330 ## - SÚMULA OU RESUMO |
| Texto da nota |
A violência no namoro tem sido amplamente reconhecida internacionalmente, embora não consensual no que se refere às suas causas e aos seus efeitos. A presente investigação enquanto parte do International Dating Violence Study examina a violência no namoro em jovens adultos portugueses, determinando as suas causas e os seus efeitos, numa perspectiva multi-conceptual e integrada. Toma como ponto de partida as experiências negativas do desenvolvimento na infância e adolescência (variáveis distais), a vinculação ao companheiro, a qualidade do relacionamento íntimo com o companheiro e a violência no namoro (variáveis proximais) e os seus efeitos na saúde física e psicológica, em mulheres e homens. A amostra é constituída por 550 estudantes universitários portugueses, 60.5% do sexo feminino, 85% numa relação de namoro, com mediana de idade 21 anos. A agressão psicológica é a forma de abuso mais prevalente, seguida do abuso físico sem sequelas, da coerção sexual, e o abuso físico com sequelas. Encontram-se diferenças de género apenas no que se refere à perpetração de coerção sexual, que é predominantemente perpetrada por elementos do sexo masculino. A simetria de género na prevalência espelha-se igualmente nos factores de risco da violência no namoro. Assim, o estudo não refuta totalmente as perspetivas feministas em prol das perspetivas sócio-relacionais, sugerindo que a mesma teoria deva ser reanalisada e alargada tendo em conta o tipo de abuso e o género do perpetrador. Efeitos diretos e indiretos foram estimados com diferenças significativas entre homens e mulheres na determinação da violência no namoro e na explicação da saúde física e psicológica. Os resultados desta investigação corroboram a hipótese da transmissão intergeneracional da violência e revitimização, e da violência analisada à luz da teoria da vinculação, tendo em conta que a qualidade do relacionamento íntimo no início da idade adulta e as experiências abusivas durante a infância se relacionam com a perpetração e vitimização de abuso no namoro, independentemente do género. Quanto ao contributo da teoria da vinculação, apenas a vinculação ansiosa, mas não o evitamento, se relaciona com a violência no namoro para ambos os sexos, embora explique apenas a perpetração masculina, no modelo final. Tanto a ansiedade como o evitamento estão relacionados com a qualidade do relacionamento íntimo, que é preditor da violência no namoro, em ambos os sexos. Quanto aos efeitos na saúde, embora as experiências adversas proximais e distais se associem com maior morbilidade física e psicológica, o efeito da violência no namoro na saúde é melhor explicado por outros factores, nomeadamente, as experiências de vitimização na infância a vinculação ao companheiro. As dimensões de vinculação envolvidas diferem em função do género e do tipo de morbilidade. Predizem a saúde física, o evitamento em homens e a ansiedade em mulheres, e a saúde psicológica, a ansiedade para ambos os sexos. A perspetiva da vinculação concetualizada como um sistema regulatório do stress é corroborado pelos resultados. Este estudo apresenta um modelo integrativo multi-concetual, numa perspectiva desenvolvimental-relacional que considera as especificidades do género, e se orienta pela teoria da vinculação, tanto na compreensão das causas, como dos efeitos associados com a violência no namoro. Reforça a importância da qualidade e processos associados com as relações significativas proximais e distais na saúde e bem estar dos indivíduos no início da idade adulta no âmbito de uma perspetiva de género especifica. |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
PSICOLOGIA |
| ID Autoridade |
705 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
DIREITO PENAL |
| ID Autoridade |
220 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
VIOLENCIA JUVENIL |
| ID Autoridade |
8636 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
JOVEM |
| ID Autoridade |
100424 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA |
| ID Autoridade |
104560 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
TESE DE DOUTORAMENTO |
| ID Autoridade |
5155 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
PORTUGAL |
| ID Autoridade |
279 |
| 700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL |
| Palavra de ordem |
PAIVA |
| Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem |
Carla |
| ID Autoridade |
328573 |
| 852 ## - LOCALIZAÇÃO E COTA |
| Cota |
EST820 |
| 995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES |
| -- |
0 |
| -- |
EST_820_000000000000000 |
| -- |
2021-12-17 |
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2021-12-17 |
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0 |