| 001 - ETIQUETA DE REGISTO |
| Identificador do registo |
9469 |
| 100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO |
| Dados gerais de processamento |
20160303d2010 y0pory50 ba |
| 101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO |
| Língua do texto, banda sonora, etc. |
Português |
| 200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE |
| Título próprio |
Reincidência em comportamentos criminais e violentos |
| Informação de outro título |
caracterização e avaliação do risco |
| Primeira menção de responsabilidade |
Ana Cristina Sabino Pestana Neves |
| 210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC. |
| Lugar da publicação, distribuição, etc. |
[Braga] |
| Nome do editor, distribuidor, etc. |
Universidade do Minho |
| Data da publicação, distribuição, etc. |
2010 |
| 215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA |
| Indicação específica do tipo de material e extensão do item |
1 tese |
| Outras indicações físicas |
recurso eletrónico, https://hdl.handle.net/1822/10992, acesso restrito |
| 225 ## - COLECÇÃO |
| Título próprio da colecção |
Estudos |
| 300 ## - NOTAS GERAIS |
| Texto da nota |
Tese de Doutoramento em Psicologia, Especialidade de Psicologia da Justiça, pela Universidade do Minho, Escola de Psicologia |
| 330 ## - SÚMULA OU RESUMO |
| Texto da nota |
A possibilidade de previsão da reincidência reveste-se de um enorme interesse, não só para aqueles que lidam profissionalmente com ofensores, mas também para a sociedade em geral. O estado actual do conhecimento sobre os factores associados ao comportamento criminal torna possível afirmar-se que este é previsível de forma válida e precisa (Andrews & Bonta, 2006), através de um processo de avaliação de risco. Existe algum consenso na literatura quanto aos princípios que devem orientar a avaliação de risco: ela deve ser objectiva, estruturada, baseada nas evidências, dinâmica, abrangente e útil para a intervenção. Para este efeito têm sido desenvolvidos diversos instrumentos, em instituições académicas e profissionais, com eficácia demonstrada em variadas populações e contextos. Na concepção destes instrumentos, a literatura divide-se quando se considera a avaliação de risco de reincidência geral (Andrews et al., 2006) e de risco de violência (Douglas et al., 1998), ao nível das metodologias utilizadas, bem como dos factores de risco considerados. A principal divergência encontra-se na extensão na qual se admite o juízo clínico no processo de avaliação. Apesar de ser latente alguma rivalidade nas abordagens, parece haver espaço para todas as perspectivas (Raynor et al., 2000), como mostra a ampla disseminação dos respectivos instrumentos em vários países e serviços. Se internacionalmente a avaliação de risco se encontra sobejamente disseminada, em Portugal o interesse por ela despertado é apenas recente. Da lacuna identificada de instrumentos estruturados de avaliação de risco de reincidência, que se traduz em poucos estudos de investigação científica e numa utilização escassa ou quase inexistente na prática profissional, bem como da ausência de um conhecimento sistemático das populações alvo e da respectiva reincidência, surgiu o objectivo geral da presente investigação: explorar as metodologias de avaliação de necessidades e risco de reincidência criminal numa amostra da população portuguesa, através da aplicação e análise de dois robustos e fundamentados instrumentos canadianos: o LSI-R (Andrews & Bonta, 1995), concebido para avaliar o risco de reincidência geral, e o HCR-20, concebido para avaliar o risco de violência (Webster et al., 1997). Para a concretização deste objectivo realizou-se um estudo longitudinal prospectivo, no qual 158 indivíduos a cumprir medidas judiciais com acompanhamento da Direcção Geral de Reinserção Social foram avaliados com o LSI-R e com o HCR-20 e sujeitos a um follow-up médio de 13 meses, com uma avaliação intermédia após uma média de 6 meses. Durante este período foram registadas todas as ocorrências de reincidência criminal geral e de comportamentos violentos. Considerou-se reincidência geral na presença de anomalias no cumprimento das medidas judiciais, comportamentos criminais e/ou violentos auto-relatados ou detectados oficialmente. Os resultados foram organizados em 8 estudos e analisados numa dupla vertente: uma vertente de caracterização, na qual foram descritos os perfis de risco, a reincidência e sua evolução na amostra de ofensores Portugueses; e uma vertente de replicação, na qual verificou que as propriedades psicométricas dos instrumentos utilizados com esta amostra se aproximam daquelas reportadas nos estudos internacionais (e.g. Raynor et al., 2000; Douglas et al., 2008; Dahle, 2006; Hare, 2003). Para além dos contributos para o contexto Português, alguns dos estudos realizados no âmbito desta investigação contribuem para o actual estado da arte na literatura internacional, ao fornecer evidências da eficácia do LSI-R e do HCR- 20 com diferentes populações, na previsão de comportamentos criminais gerais e violentos, numa perspectiva comparativa e com uma metodologia dinâmica. As conclusões apoiam a importância de encarar a avaliação de risco de reincidência geral e de violência de forma complementar e não rival, sendo que a opção por um ou por outro método dependerá mais do contexto de aplicação e da utilidade dos factores de risco contemplados nessa população (Raynor et al., 2000). Os estudos realizados foram marcados por limitações metodológicas que condicionaram a possibilidade de generalizar os resultados obtidos, bem como o alcance das conclusões e dos contributos da investigação. Não obstante, é possível derivar tendência e indicadores com implicações práticas e relevantes para estudos futuros. Em termos teóricos, espera-se que esta tese ofereça um panorama dos progressos e do estado da arte a nível internacional em matéria de avaliação de risco de reincidência, reflectindo sobre a sua adequabilidade no contexto português. Não se pretende que esta investigação seja um fim em si mesmo, mas sim um ponto de partida para o estudo e a implementação prática da avaliação de risco de risco de reincidência em Portugal. |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
PSICOLOGIA |
| ID Autoridade |
705 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
DIREITO PENAL |
| ID Autoridade |
220 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
CRIMINOLOGIA |
| ID Autoridade |
704 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
REINCIDÊNCIA |
| ID Autoridade |
741 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
COMPORTAMENTO CRIMINOSO |
| ID Autoridade |
5475 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
INSTITUIÇÕES |
| ID Autoridade |
5757 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
CRIMES VIOLENTOS |
| ID Autoridade |
9300 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
AVALIAÇÃO DO RISCO |
| ID Autoridade |
105042 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
TESE DE DOUTORAMENTO |
| ID Autoridade |
5155 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
PORTUGAL |
| ID Autoridade |
279 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
CRIME |
| ID Autoridade |
4988 |
| 700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL |
| Palavra de ordem |
NEVES |
| Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem |
Ana Cristina Sabino Pestana |
| ID Autoridade |
10576 |
| 852 ## - LOCALIZAÇÃO E COTA |
| Cota |
EST819 |
| 995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES |
| -- |
0 |
| -- |
EST_819_000000000000000 |
| -- |
2021-12-17 |
| -- |
2021-12-17 |
| -- |
0 |