Violência de estado (Record no. 9456)

001 - ETIQUETA DE REGISTO
Identificador do registo 9456
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20160302d2013 y0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio Violência de estado
Informação de outro título dos discursos sociais às leituras individuais
Primeira menção de responsabilidade Mariana Reis Barbosa
210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC.
Lugar da publicação, distribuição, etc. [Braga]
Nome do editor, distribuidor, etc. Universidade do Minho
Data da publicação, distribuição, etc. 2013
215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA
Indicação específica do tipo de material e extensão do item VIII, 261 p.
Outras indicações físicas il.
Dimensões 30 cm (Digitalizada)
300 ## - NOTAS GERAIS
Texto da nota Tese de Doutoramento em Psicologia Especialidade de Psicologia da Justiça, pela Universidade do Minho, Escola de Psicologia
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota O presente trabalho compreende uma incursão teórica e empírica pelo fenómeno da violência de Estado. Os autores dedicados ao estudo desta temática têm alertado para o papel do Estado enquanto perpetrador de atrocidades, ao violar normas jurídicas e sociais e ao não respeitar os direitos humanos (e.g., Barak, 2010; Green & Ward, 2004; Kauzlarich, Mullins, & Matthews, 2003; Rothe & Ross, 2008). A intolerância dos cidadãos face a tais condutas poderá inibi-las ou pelo menos dificultá-las, especialmente em sociedades democráticas. No sentido contrário, a sua perpetração pode ser facilitada pela sociedade civil se esta for, em alguma medida, ‘conivente’, ignorando, negando ou legitimando as atrocidades cometidas pelo Estado. Por conseguinte, a sua prevenção tem de passar pela análise dos discursos de senso comum, com vista à compreensão dos processos cognitivos que as legitimam. Os estudos empíricos que apresentamos neste texto constituem um contributo nesse sentido, ao darem conta dos discursos de cidadãos comuns face à violência de Estado. Através da análise das respostas de 600 cidadãos portugueses à Personal and Institutional Rights to Aggression and Peace Survey, foi possível identificar diferentes níveis de tolerância face à violência de Estado, assim como os argumentos subjacentes aos mesmos. A partir desta amostra selecionaram-se trinta e seis participantes, constituindo-se três grupos contrastantes em função dos níveis de tolerância face à violência de Estado. Foram realizadas entrevistas a estes participantes sobre cenários hipotéticos de violência de Estado, construídos com base em dimensões que no primeiro estudo se assumiram como influenciadoras dos seus níveis de tolerância. Os resultados do segundo estudo possibilitaram uma compreensão mais aprofundada dos posicionamentos dos participantes, ao permitirem mapear significados, representações e processos cognitivos associados à legitimação da violência de Estado. Da análise efetuada, emergiram duas linhas predominantes de raciocínio e argumentação em torno do fenómeno. A primeira diz respeito à defesa de uma intervenção estatal baseada num princípio de igualdade; já a segunda refere-se aos apologistas de uma intervenção diferenciada em função das ‘qualidades’ dos indivíduos. Estes vi últimos revelaram maior tolerância à violência de Estado, corroborando os estudos que se referem à legitimação das desigualdades sociais como estando na base de certas formas de violência (Barbeiro & Machado, 2010; Jackman, 2004; Jost & Major, 2001; Major & Schmader, 2001).
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PSICOLOGIA
ID Autoridade 705
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada DIREITOS HUMANOS
ID Autoridade 3523
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada JUSTIÇA
ID Autoridade 790
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada CIDADÃO
ID Autoridade 8866
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada DIREITO CIVIL
ID Autoridade 44
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada MORAL
ID Autoridade 6948
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada TESE DE DOUTORAMENTO
ID Autoridade 5155
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PORTUGAL
ID Autoridade 279
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem BARBOSA
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Mariana Reis
ID Autoridade 10564
852 ## - LOCALIZAÇÃO E COTA
Cota EST805
995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES
-- 0
-- EST_805_000000000000000
-- 2021-12-17
-- 2021-12-17
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