A indeterminação do tempo na prisão preventiva (Record no. 409002)

001 - ETIQUETA DE REGISTO
Identificador do registo 409002
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20241113d kmmy0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
102 ## - PAÍS DE PUBLICAÇÃO OU PRODUÇÃO
País de publicação Portugal
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio A indeterminação do tempo na prisão preventiva
Informação de outro título análise constitucional à luz da teoria dos direitos fundamentais
Primeira menção de responsabilidade Lenilma Cristina Sena de Figueiredo Meireles
Outras menções de responsabilidade ori.tese Paulo Manuel Cunha Costa Otero
210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC.
Lugar da publicação, distribuição, etc. Lisboa
Nome do editor, distribuidor, etc. Faculdade de Direito
Data da publicação, distribuição, etc. 2020
215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA
Indicação específica do tipo de material e extensão do item 725 p.
Dimensões 30 cm
225 ## - COLECÇÃO
Título próprio da colecção Estudos
328 ## - NOTA DE DISSERTAÇÃO OU TESE
Texto da nota Tese especialmente elaborada para a obtenção do grau de Doutor em Direito, Especialidade de Ciências Jurídico-Políticas
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota Este estudo visou contribuir para um aprofundamento do conhecimento sobre o funcionamento das variáveis e indicadores psicológicos no âmbito prisional e, especificamente, a sua relação com a adaptação à prisão. Apesar do elevado número de investigações já feitas no contexto da adaptação e ajustamento à prisão, existe uma lacuna na integração destes conceitos com outros constructos conceptualmente relacionados, nomeadamente constructos associados ao bem-estar e ajustamento psicológico: estratégias de coping, as crenças acerca do próprio, a capacidade para se autorregular, os estados de humor mais frequentemente experienciados, bem como os níveis de otimismo, positividade e satisfação com a vida. Os stressores a que esta população está sujeita podem dificultar a adaptação à vida intramuros. Assim, importa saber quais as estratégias normalmente implementadas pelos sujeitos para lidarem com o stress, bem como perceber quais as diferenças na seleção dessas mesmas estratégias entre indivíduos que aparentam ter conseguido um bom ajustamento à nova realidade e indivíduos que parecem lidar com maiores dificuldades com o processo de reclusão. Para melhor se compreenderem as relações entre estas variáveis, apurando que caraterísticas as aproximam e distinguem, foi utilizada uma bateria de questionários que incluía medidas disposicionais das estratégias de coping, autocontrolo, auto-avaliações e crenças, positividade, satisfação com a vida e estados de humor experienciados na “última semana”. Participaram no estudo 94 homens recluídos de um estabelecimento prisional português, com uma média de idade de aproximadamente 34 anos, com penas que variam entre penas leves e penas mais pesadas e que se encontravam recluídos por vários tipos de crimes cometidos. Os resultados obtidos indicam que existe uma relação significativa entre as estratégias de coping e os “indicadores” de adaptação. Assim, os participantes que se encontram melhor ajustados ao contexto prisional, parecem recorrer, geralmente, a estratégias focadas nos problemas e estratégias focadas nas emoções adaptativas. Por outro lado, aqueles que parecem ter maiores dificuldades em se adaptar, parecem pontuar mais alto na Perturbação Geral de Humor, o que se traduz por pensamentos, sentimentos e comportamentos menos adaptativos. Adicionalmente, verificou-se que participantes com níveis mais baixos de autocontrolo, têm maior dificuldade em controlar o consumo de substâncias e de álcool. Os resultados sugerem a natureza multifacetada do processo de adaptação à prisão, bem evidenciado pelas fortes relações entre os processos de adaptação à prisão, por um lado, e as estratégias de coping e constructos associados ou “marcadores” de ajustamento psicológico e bem-estar no contexto prisional: o Autocontrolo, a Positividade, o Otimismo e as Crenças ou Auto-Avaliações Nucleares, e Estados de Humor experienciados. Finalmente sugerese que a investigação futura deva apontar para o desenvolvimento de estratégias de coping mais adaptativas e funcionais, através de programas de intervenção específica, prevenindo a reincidência criminal e, consequentemente, prisional (Picken, 2012).
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada DIREITO PENITENCIÁRIO
ID Autoridade 549
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PRISÃO PREVENTIVA
ID Autoridade 1638
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada DIREITOS FUNDAMENTAIS
ID Autoridade 529
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada VIOLAÇÃO
ID Autoridade 230170
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PRISÃO
ID Autoridade 5106
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PENA
ID Autoridade 6587
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada TESE DE DOUTORAMENTO
ID Autoridade 5155
675 ## - CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL
ID Autoridade 420646
Notação 343.8
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem MEIRELLES
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Lenilma Cristina Sena de Figueiredo
ID Autoridade 423351
702 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE SECUNDÁRIA
Código de função Orientador de tese
ID Autoridade 423352
Palavra de ordem OTERO
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Paulo Manuel Cunha Costa
852 ## - LOCALIZAÇÃO E COTA
Cota EST1290
995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES
-- 0
-- EST_1290_000000000000000
-- 2024-11-13
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