Do carcereiro ao guarda prisional (Record no. 408385)

001 - IDENTIFICADOR DO REGISTO
Identificador do registo 408385
011 ## - ISSN
Número (ISSN) 1646-5075
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20240215d mmmy0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
102 ## - PAÍS DE PUBLICAÇÃO OU PRODUÇÃO
País de publicação Portugal
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio Do carcereiro ao guarda prisional
Informação de outro título (re)configurações sociais de uma profissão
Primeira menção de responsabilidade Ana Pereira Roseira
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota Com a evolução dos modelos prisionais, o papel do guarda prisional parece estar a tornar-se progressivamente mais ambíguo (Montandon e Crettaz, 1981), sendo de sublinhar em todo o caso que a faceta de educador da sua função já estava delineada desde o início do século XIX, altura em que se consolidou a crença num modelo prisional de reabilitação social. Na atualidade, com os focos da atenção dos serviços prisionais sobre a questão – e os números – da reinserção social, os guardas prisionais voltam a questionar as condições e os meios disponíveis para esta causa. 37 Afinal, sempre houve um papel de educador previsto para este profissional. Contudo, o estigma das chaves, enquanto símbolo de uma função repetitiva e desprestigiante, e o<br/>mito do carcereiro, que reproduz memórias pouco fiáveis daquilo que efetivamente foram estes profissionais, parecem ter diluído a importância e a força do poder dos guardas prisionais na gestão do ambiente social dentro de muros. 38 Fontes históricas apontam para que nem a profissão dos antigos carcereiros se pode comparar com o que foi, desde a sua génese, a profissão do guarda prisional, nem a preocupação com a formação específica destes profissionais é recente, datando mesmo da<br/>sua fundação as primeiras intenções de os dotar de competências sociais e humanas muito próprias, precisamente porque sempre se pressupôs que os guardas prisionais tivessem de desempenhar um papel muito ativo na relação com os reclusos com quem estariam destinados a privar. 39 Algumas destas ideias foram consolidando uma profissão subterrânea, já que, tida<br/>simultaneamente como inevitável e como impossível desde a sua formulação inicial, tendeu a ser deixada esquecida, a ver no que culminaria tal experiência (do) informal. Foi dessa profissão que se esconde por baixo da farda do guarda prisional que aqui se tentou falar; não da profissão inscrita, oficialmente, nos seus símbolos próprios, mas antes da que se inscreve nos corpos e nas vivências daqueles que a exercem.
461 ## - NÍVEL DE CONJUNTO
Lugar de publicação [Braga]
Data de publicação 2014
Título Configurações: Revista de Sociologia
Descrição física p. 68-78
Número do volume 13
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada DIREITO PENITENCIÁRIO
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada GUARDA PRISIONAL
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PORTUGAL
675 ## - CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL
Notação 343.24
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem ROSEIRA
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Ana Pereira
852 ## - LOCALIZAÇÃO E COTA
Cota 343.24ROS
995 ## - Localização e informação dos exemplares
-- 0
-- 343_000000000000000_24ROS
-- 2024-02-16
-- 2024-02-16
-- 0
Holdings
Número de registo Número interno Koha (auto-gerado) Biblioteca de aquisição Biblioteca de empréstimo Código de barras Cota Tipo de documento
9351 479905 Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais DGRSP09351 343.24ROS Analíticos de Periódicos