Três crimes mediáticos cometidos no decurso da primeira República (1910-1926) (Record no. 408131)

001 - IDENTIFICADOR DO REGISTO
Identificador do registo 408131
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20231123d mmmy0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
102 ## - PAÍS DE PUBLICAÇÃO OU PRODUÇÃO
País de publicação Portugal
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio Três crimes mediáticos cometidos no decurso da primeira República (1910-1926)
Primeira menção de responsabilidade Carla Fonseca Costa
311 ## - NOTAS RELATIVAS A CAMPOS DE ENTRADAS RELACIONADAS
Texto da nota (*).
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota No presente artigo, foram escolhidos três dos crimes que, para além do impacto na<br/>sociedade de então, encheram as manchetes dos jornais e foram motivo de conversa<br/>e especulação de muitos portugueses, que acompanharam os “avanços” das investigações<br/>e seguiram, com emoção e avidez, as sucessivas notícias veiculadas pelos media.<br/>Seguindo esta linha orientadora, abordaremos, como não poderia deixar de ser, o assassinato<br/>do Pai da Polícia de Investigação Criminal - antecessora direta da Polícia<br/>Judiciária - Sidónio Paes, que, na noite de 14 de dezembro de 1918, caiu inanimado<br/>na Estação do Rossio, defronte de inúmeros agentes da Polícia, que se viram incapazes<br/>de proteger o Presidente, vítima de homicídio, à semelhança de outros nomes sonantes<br/>como Abraham Lincoln e John F. Kennedy.<br/>De seguida, faremos alusão a uma das noites mais macabras da História da nossa democracia,<br/>que ficou conhecida como “noite sangrenta” e que consistiu no extermínio de<br/>uma série de figuras de renome, que tinham lutado pelos ideais liberais e democráticos<br/>da nação portuguesa e que se terão tornado personas non gratas, tendo sido “arrastadas”<br/>de suas casas, perante as súplicas dos seus familiares, que agoiravam uma morte inevitável,<br/>barbaramente assassinadas a sangue frio, manchando as mãos dos seus vis executores.<br/>Pereceram, nessa fatídica noite de 19 de outubro de 1921, António Granjo,<br/>Machado dos Santos, Carlos da Maia, Freitas da Silva e Botelho de Vasconcelos.<br/>Para o fim, ficará uma breve passagem por um crime de natureza passional, que envolveu<br/>o homicídio de Maria Alves, uma conhecida atriz do teatro Maria Vitória, que morreu às<br/>mãos de Augusto Gomes, seu empresário, amante e (ex) protetor, a 31 de março de 1926.
461 ## - NÍVEL DE CONJUNTO
Lugar de publicação Lisboa
Data de publicação Dezembro 2012
Número do volume Nº 4
Título Investigação Criminal
ISSN 1647-9300
Descrição física p. 71-86
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada CRIMINOLOGIA
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada HOMICÍDIO
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada INVESTIGAÇÃO
675 ## - CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL
Notação 343.9
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem COSTA
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Carla Fonseca
852 ## - LOCALIZAÇÃO E COTA
Cota 343.9COS
995 ## - Localização e informação dos exemplares
-- 0
-- 343_000000000000000_9COS
-- 2023-11-23
-- 2023-11-23
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9206 479618 Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais DGRSP9206 343.9COS Analíticos de Periódicos