A seriação como novidade (Record no. 395058)

001 - ETIQUETA DE REGISTO
Identificador do registo 395058
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20180517d2017 y0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio A seriação como novidade
Indicação genérica do tipo de material Recurso eletrónico
Informação de outro título a originalidade vindada repetição
-- os serial killers e os média
Primeira menção de responsabilidade Luiz Alberto Moura
210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC.
Lugar da publicação, distribuição, etc. Porto
Nome do editor, distribuidor, etc. Instituto de Sociologia
Data da publicação, distribuição, etc. 2017
215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA
Indicação específica do tipo de material e extensão do item 1 CD-ROM
Dimensões 12 cm
225 ## - COLECÇÃO
Título próprio da colecção IS Working Papers
Indicação de volume 53, 3.ª Série
300 ## - NOTAS GERAIS
Texto da nota Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 301 KB em formato PDF (19 p.).
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota O presente artigo vai tratar de questões referentes à serialidade e repetição que são características inerentes ao assassinatos em série e que se fazem presentes na espetacularização de notícias de crimes dito espantosos, tomando como fio condutor a figura e o modus operandi dos Serial Killers. Como numa série de ficção, as notícias são consumidas diariamente como se fossem vindas de um verdadeiro reality show, como numa novela, porém, da vida real. A serialidade (ou seriação) e a repetição se fazem presentes. Mas não somente nos rituais que são parte do modus operandi dos Serial Killers, como também na seriação que é feita a partir de casa, ao se assistir, acompanhar, e se comover, num mix de emoções, e reagir frente aos noticiários. Estes, por sua vez, também “embalados” numa seriação que permite usar e abusar do fait divers para manter a atenção desse público, mesmo sem novidades. E, quando há, incitá-lo a combater o monstro do outro lado da tela. Um mito da violência, do grotesco, do surreal. Como a negação do mal transforma seres de carne e osso em verdadeiros monstros. Já se disse que os Serial Killers seriam os minotauros dos novos tempos. Pois, só assim, afastando-os de “nós” é que conseguimos odiá-los e, paradoxalmente, aceitá-los. Porém, toda essa “embalagem” só poderia ser possível, como dito acima, através dos média. De um novo jeito como eles chegam às nossas casas. Revestidos de espetáculo de gosto duvidoso e incisivos, com uma nova linguagem, mais próxima da do “povo”, que possui televisores e tem neles a única forma de lazer e diversão, a mídia penetram no imaginário popular criando monstros e novos “inimigos” que precisam ser eliminados. Como diz o famoso ditado jornalístico: “if it bleeds, it leads”.
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada HOMICÍDIO EM SÉRIE
ID Autoridade 140608
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PERFIL PSICOLÓGICO
ID Autoridade 320881
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada COMPORTAMENTO DESVIANTE
ID Autoridade 321365
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PSICOLOGIA CRIMINAL
ID Autoridade 225033
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada CRIME VIOLENTO
ID Autoridade 321190
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSAS
ID Autoridade 1412
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem MOURA
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Luiz Alberto
ID Autoridade 358750
955 ## -
-- Oferta
995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES
-- 0
-- PJCD_290_000000000000000
-- 2022-06-06
-- 2022-06-06
-- 0
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