O crime no Correio da Manhã (Record no. 394650)

001 - ETIQUETA DE REGISTO
Identificador do registo 394650
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20170731d2016 y0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio O crime no Correio da Manhã
Indicação genérica do tipo de material Recurso eletrónico
Primeira menção de responsabilidade Pedro Xavier Paquete dos Santos
210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC.
Lugar da publicação, distribuição, etc. Lisboa
Nome do editor, distribuidor, etc. [s.n.]
Data da publicação, distribuição, etc. 2016
215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA
Indicação específica do tipo de material e extensão do item 1 CD-ROM
Dimensões 12 cm
300 ## - NOTAS GERAIS
Texto da nota Relatório de estágio apresentado à Universidade Católica Portuguesa para obtenção do grau de mestre em Ciências da Comunicação – Comunicação, Televisão e Cinema, tendo como orientador Nelson Ribeiro. Ficheiro de 0,97 MB em formato PDF (128 p.). Resumo inserto na publicação.
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota Este relatório tem como objetivo analisar um conjunto de questões de génese jornalística, que constituem motivo de reflexão na sociedade contemporânea e parte integrante da discussão sobre os media, de modo a termos uma ideia clara sobre as práticas jornalísticas e a forma como as notícias de ‘crime’ são tratadas no Correio da Manhã (publicação escolhida como palco de análise). Após uma primeira parte teórica onde se faz a revisão bibliográfica de temas como as fontes de informação, a objetividade e a presunção de inocência, entre outros, e onde se descreve, igualmente, a experiência vivida enquanto jornalista estagiário no Correio da Manhã, existe uma segunda parte (empírica), onde analisamos as notícias de ‘crime’ de seis edições deste jornal. São várias as conclusões que retiramos desta análise, sendo as mais relevantes o facto de a) a maioria das notícias (93,9%) não identificar a fonte de informação, b) 98,9% serem constituídas por um texto meramente factual – por outras palavras, existe um relato objetivo do acontecimento -, e c) apenas 52,5% das notícias aplicam o princípio da presunção de inocência, respeitando este direito constitucional. Perante isto, podemos afirmar que existem duas situações – a) e c) - que deverão ser alteradas, de modo a serem cumpridos os pressupostos estabelecidos no Código Deontológico dos Jornalistas e, em relação ao caso c), o direito (de presunção de inocência) consagrado na Constituição da República Portuguesa.
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada IMPRENSA
ID Autoridade 236122
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada CRIMINALIDADE
ID Autoridade 224783
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada MEIOS DE COMUNICAÇÃO
ID Autoridade 320994
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada DEONTOLOGIA PROFISSIONAL
ID Autoridade 225874
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada DIREITOS FUNDAMENTAIS
ID Autoridade 529
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem SANTOS
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Pedro Xavier Paquete dos
ID Autoridade 358503
955 ## -
-- Oferta
995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES
-- 0
-- PJCD_284_000000000000000
-- 2022-06-06
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