Imagiologia química de infravermelho no estudo de impressões digitais e evidências forenses associadas (Record no. 394604)

001 - ETIQUETA DE REGISTO
Identificador do registo 394604
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20170623d2013 y0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio Imagiologia química de infravermelho no estudo de impressões digitais e evidências forenses associadas
Indicação genérica do tipo de material Recurso eletrónico
Primeira menção de responsabilidade Ana Rita Ferreira Matos
210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC.
Lugar da publicação, distribuição, etc. Coimbra
Nome do editor, distribuidor, etc. [s.n.]
Data da publicação, distribuição, etc. 2013
215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA
Indicação específica do tipo de material e extensão do item 1 CD-ROM
Dimensões 12 cm
300 ## - NOTAS GERAIS
Texto da nota Dissertação de Mestrado em Química, área de especialização em Química Forense, apresentada à Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, tendo como orientadores Rui Fausto Martins Ribeiro da Silva Lourenço, Maria Ermelinda da Silva Eusébio. Ficheiro de 4,79 MB em formato PDF (104 p.). Resumo inserto na publicação.
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota O trabalho apresentado nesta dissertação centra-se no estudo da utilização da imagiologia química de infravermelho na detecção de vestígios digitais em diversos materiais e na identificação de substâncias contaminantes nesses mesmos vestígios. No primeiro capítulo é feita a contextualização de impressões digitais no domínio das ciências forenses, incluindo referência ao trabalho que, presentemente, se faz em Portugal, no estudo de vestígios digitais e impressões digitais no Laboratório de Polícia Científica da Polícia Judiciária. No segundo capítulo é descrita a técnica de imagiologia química por infravermelho, utilizada neste estudo, e o seu potencial contributo em diversas áreas, em particular nas ciências forenses. São também apresentadas as potencialidades do software utilizado, OMNIC Picta e OMNIC Specta, na identificação de substâncias contaminantes em vestígios digitais. O terceiro capítulo começa com a apresentação dos resultados do processo de optimização de parâmetros de recolha de imagens e espectros, essencial no desenvolvimento de um método que usa a imagiologia química de infravermelho na investigação de vestígios digitais. Foram optimizados a resolução espectral, o número de scans, o tamanho do passo, o tamanho da imagem, parâmetros que afectam o tempo de recolha da imagem e a sua qualidade. Foram também optimizados parâmetros de formação da imagem, por forma a maximizar o contraste entre as cristas e os sulcos de uma impressão digital. A optimização destes parâmetros foi efectuada quer em modo de transmissão, quer em modo de reflexão obtendo-se, os seguintes valores: resolução espectral 32 cm-1, número de scans 4, tamanho do passo 25 ìm para uma imagem de tamanho 3 mm x 3 mm formada entre 2850-2980 cm-1 numa escala de cinzentos com 2ª derivada. Após optimizadas as condições de recolha de imagens e espectros, foi investigada a potencialidade da imagiologia química de infravermelho para revelação de vestígios latentes sem tratamento prévio da amostra em diversos materiais. Foram obtidos resultados promissores em superfícies como vidro, alumínio, aço inox, moedas e medalhas de ouro. Para identificação de contaminantes concluiu-se que uma janela de fluoreto de bário, com recolha de espectros em modo de transmissão, constituía a matriz adequada para recolha da impressão digital. Foi testada a detecção de 4 substâncias conhecidas, com grupos funcionais distintos, fenobarbital, mirtazepina, cafeína e ácido benzóico e uma desconhecida, paracetamol, como contaminantes das impressões digitais. Os resultados foram plenamente satisfatórios em todos os casos. Por fim, a mirtazepina e o fenobarbital, que têm um potencial interesse forense, foram utilizados num estudo de amostras cegas de impressões digitais de 27 voluntários aos quais foi solicitado que manipulassem, ou não, um ou os dois compostos. Não foram registados falsos positivos e apenas quando a mirtazepina foi manipulada em conjunto com o fenobarbital se registaram falsos negativos (para a mirtazepina – 4/11). Os resultados obtidos, confirmam a imagiologia química de infravermelho como uma técnica eficaz na detecção e identificação de contaminantes em vestígios digitais.
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada QUÍMICA FORENSE
ID Autoridade 343048
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada DACTILOSCOPIA
ID Autoridade 104133
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada ANÁLISE LABORATORIAL
ID Autoridade 326721
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada LABORATÓRIO DE POLÍCIA
ID Autoridade 343233
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada METODOLOGIAS
ID Autoridade 341295
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada TESE
ID Autoridade 334284
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem MATOS
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Ana Rita Ferreira
ID Autoridade 350392
955 ## -
-- Oferta
995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES
-- 0
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