As unidades " militarizadas " dos serviços de informação e a condução da guerra (Record no. 394067)

001 - ETIQUETA DE REGISTO
Identificador do registo 394067
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20160708d2012 y0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio As unidades " militarizadas " dos serviços de informação e a condução da guerra
Indicação genérica do tipo de material Recurso eletrónico
Primeira menção de responsabilidade Carlos Batalha
210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC.
Lugar da publicação, distribuição, etc. Lisboa
Nome do editor, distribuidor, etc. [s.n.]
Data da publicação, distribuição, etc. 2012
215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA
Indicação específica do tipo de material e extensão do item 1 CD-ROM
Dimensões 12 cm
300 ## - NOTAS GERAIS
Texto da nota Trabalho realizado durante a frequência do curso de Estado-Maior Conjunto 2011/2012 no IESM (versão provisória), tendo como orientador Paulo Roxo. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 2,95 MB em formato PDF (99 p.).
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota Cientes do emprego, sobretudo nos EUA, do vetor aéreo não tripulado em múltiplos vetores de atuação do Estado, nomeadamente na segurança interna, defesa, serviços de informações e investigação científica, e no sentido de obtenção de um emprego eficiente de meios, propusemos no âmbito deste trabalho, a edificação duma capacidade UAS nacional interministerial. Para a consecução desta investigação, desenvolvemos e estruturámos o trabalho utilizando uma metodologia hipotético-dedutiva conforme proposto por Raymond Quivy e Luc Van Campenhoudt, no seu manual de investigação em ciências sociais. Esta investigação pressupôs cinco fases. Numa primeira fase avaliámos o âmbito de atuação da CIA, nomeadamente quanto à sua legalidade, numa segunda enquadrámos conceptualmente os conceitos de Defesa e Segurança, no âmbito da Segurança Nacional, bem como caracterizámos os SI nacionais e respetiva contribuição para o garante da Segurança Nacional. Numa terceira fase aferimos das capacidades do vetor aéreo não tripulado e eventuais potencialidades no âmbito da Segurança Nacional. Numa quarta construímos o quadro estratégico de capacidades militares, com o intuito de identificar as atuais e futuras valências do instrumento militar, de forma a evitar duplicações e potenciar esforços conjuntos. Por fim e tendo em consideração toda a construção anterior, propusemos uma estratégia de edificação de uma capacidade UAS nacional. Consideramos assim que a edificação desta capacidade deve pressupor um conceito de operações cooperativo, entre UA de baixo custo e complexidade, desenvolvidos com base em tecnologia do PITVANT e produzidos a nível nacional. Por fim, atentamos que a exploração da capacidade UAS deve pressupor uma estrutura organizativa e conceito de emprego assente num modelo de negócio no qual a FAP, EPR da capacidade, fornece um serviço, percetível entanto valor, aos demais clientes do Estado
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada SERVIÇO DE INFORMAÇÕES
ID Autoridade 326425
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada SEGURANÇA PÚBLICA
ID Autoridade 244000
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada TECNOLOGIA
ID Autoridade 234237
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem BATALHA
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Carlos
ID Autoridade 358186
955 ## -
-- Oferta
995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES
-- 0
-- PJCD_279_000000000000000
-- 2022-06-06
-- 2022-06-06
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