As forças de segurança nas operações de gestão de crises (Record no. 393805)

001 - ETIQUETA DE REGISTO
Identificador do registo 393805
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20160329d2012 y0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio As forças de segurança nas operações de gestão de crises
Indicação genérica do tipo de material Recurso eletrónico
Informação de outro título lições aprendidas
Primeira menção de responsabilidade Paulo Jorge Alves Silvério
210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC.
Lugar da publicação, distribuição, etc. Lisboa
Nome do editor, distribuidor, etc. [s.n.]
Data da publicação, distribuição, etc. 2012
215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA
Indicação específica do tipo de material e extensão do item 1 CD-ROM
Dimensões 12 cm
300 ## - NOTAS GERAIS
Texto da nota Trabalho de Investigação Individual do Curso de Estado-Maior Conjunto 2011/2012, tendo como orientador Paulo Luís Almeida Pereira. Ficheiro de 2,05 MB em formato PDF (99 p.). Resumo inserto na publicação.
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota O trabalho centra-se no domínio da participação das Forças de Segurança, em concreto a Guarda Nacional Republicana (GNR) nas operações de gestão de crise e lições aprendidas. É nosso escopo responder à "vexata quaestio": De que forma contribuiu a GNR para a consecução dos objetivos da política externa portuguesa, através da sua participação em missões de gestão de crise, com Forças constituídas, no período de 2000 a 2011? O modelo de análise aplicado foi o método hipotético-dedutivo, sendo que foram realizadas entrevistas a ex-Ministros, a Generais que serviram na GNR e a Oficiais comandantes de contingente, para através da análise de conteúdos, reunirmos informação relevante sobre o assunto, do nível político ao nível tático. Cientes que a intervenção internacional do Estado português em situações de fragilidade nos países parceiros se insere no âmbito da política externa e que a segurança é uma atividade multidimensional, relevamos o empenhamento operacional da GNR, em missões internacionais como uma necessidade e uma linha de ação estratégia na senda das orientações da estratégia nacional de segurança e desenvolvimento. Recitamos como resultados principais que no período de 2000 a 2011, a GNR já projetou vinte e sete contingentes, na forma de Força constituída, para os Teatros de Operações de Timor-Leste, Iraque, Bósnia e Afeganistão. Hodiernamente, o cumprimento emergente de tarefas de polícia no início da resolução de crises é irrefutável e reconhecido pelas Organizações Internacionais, levando ao desenvolvimento da doutrina sob o empenhamento conjunto ou combinado de Forças de polícia de natureza militar, com as Forças Armadas (FFAA). É neste contexto que surgem as Multinational Specialized Unit (MSU) no seio da North Atlantic Treaty Organization (NATO), as Integrated Police Unit (IPU) no seio da União Europeia (UE), através da European Gendarmerie Force (EGF) e das Formed Police Unit (FPU) no seio das Nações Unidas (NU). Como principais conclusões evidenciamos que todas as missões atribuídas aos contingentes da GNR decompõem-se em tarefas específicas de polícia, não devendo estas ser atribuídas às FFAA. A atividade policial não pode ser afastada da investigação criminal e esta só pode ser executada por Órgãos de Polícia Criminal. É uma realidade "ope legis". No seio das Forças e Serviços de Segurança (FSS) a GNR é a Instituição de eleição para ser empenhada em qualquer TO, mesmo nos países de classe “C”, assegurando a interoperabilidade com as FFAA. As missões internacionais são um importante “instrumento” de política externa, que deve ser reforçado e potenciado, por ser um fator de prestígio e credibilidade externa do país. É neste contexto, que o empenhamento da GNR deve ser encarado e aduzir conhecimentos para as futuras gerações castrenses. O profissionalismo e capacidades evidenciadas pela GNR aquando das missões internacionais, antes de ser um mérito é um DEVER, que a Instituição não abdica, por ser a única forma de representar Portugal. Falamos humildemente de padrão a seguir.
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada FORÇA DE SEGURANÇA
ID Autoridade 320472
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada GESTÃO DE CRISES
ID Autoridade 343422
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada GUARDA NACIONAL REPUBLICANA
ID Autoridade 343156
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PRÁTICA POLICIAL
ID Autoridade 343302
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada CONFLITO INTERNACIONAL
ID Autoridade 247035
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem SILVÉRIO
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Paulo Jorge Alves
ID Autoridade 291926
955 ## -
-- Oferta
995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES
-- 0
-- PJCD_276_000000000000000
-- 2022-06-06
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