Manual Sul (Record no. 392083)

001 - ETIQUETA DE REGISTO
Identificador do registo 392083
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20130813d2011 y0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio Manual Sul
Indicação genérica do tipo de material Recurso eletrónico
Informação de outro título apoio à vítima imigrante
210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC.
Lugar da publicação, distribuição, etc. Tavira
Nome do editor, distribuidor, etc. Projecto SUL. [APAV]
Data da publicação, distribuição, etc. [2011?]
215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA
Indicação específica do tipo de material e extensão do item 1 CD-ROM
Dimensões 12 cm
300 ## - NOTAS GERAIS
Texto da nota Ficheiro de 414 KB em formato PDF (62 p.). Disponível também em: https://apav.pt/sul/manual_SUL.pdf. Acedido a 13 de Agosto de 2013.
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota Introdução. I - O FENÓMENO DA IMIGRAÇÃO. 1. Enquadramento histórico. 1.1. Realidade nacional e regional. 1.2. Crimes que afectam especificamente a comunidade imigrante. II – FENÓMENO DO TRÁFICO DE SERES HUMANOS. 2.1. Conceito do Tráfico de Seres Humanos. 2.1.1. Métodos de recrutamento. 2.1.2. Formas de exploração. 2.1.2.1. Exploração sexual. 2.1.2.2. Exploração laboral. 2.1.2.3. Extracção de órgãos. 2.2. Enquadramento legal. 2.2.1. Diplomas internacionais. 2.2.2. Legislação nacional. III – VÍTIMAS DE TRÁFICO DE SERES HUMANOS. 3.1. Mitos e factos. 3.2. Quem é a vítima de tráfico. 3.2.1.Indicadores do crime de tráfico de seres humanos. 3.2.2.Reacções das vítimas de tráfico. 3.2.3. Avaliação de risco. IV - PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO. 4.1. Atendimento. 4.1.1. Utentes que não são vítimas de crime. 4.1.2. Utentes que não se consideram vítimas de crime, e que na realidade o são. 4.1.3. Terceiros que têm conhecimento de alguém que foi ou está a ser vítima de crime. 4.1.4 Utentes que se consideram e que, efectivamente, são vítimas de crime. 4.2 Atendimento à vítima. 4.2.1. Tipos de atendimento. 4.2.2. Atendimento presencial. 4.2.3. Comunicação verbal. 4.2.4.Comunicação não verbal. 4.2.5 Atendimento telefónico. 4.2.6. Atendimento por escrito. 4.3. O Processo de Apoio à Vitima - Vítimas de Tráfico. 4.3.1. O primeiro atendimento. 4.3.2.Princípios orientadores da entrevista. 4.3.2.1. Fases da entrevista. 4.3.3.Autonomia da vítima. 4.3.4. Intervenção na crise e intervenção continuada. 4.3.4.1. Intervenção na crise. V - APOIO ESPECIALIZADO. 5.1. Apoio Jurídico. 5.1.1. Protecção legal das vítimas de Tráfico de Seres Humanos. 5.2. Apoio psicológico. 5.2.1. Apoio psicológico a vítimas imigrantes. 5.2.2. Vítimas de tráfico – O Stresse pós Traumático. 5.3. Apoio social. 5.3.1. Problemática específica. VI – COOPERAÇÃO INTERINSTITUCIONAL. 6.1. Vitimação secundária. VII – CASOS PRÁTICOS. Caso I. Caso II. Caso III. VIII - CONTACTOS ÚTEIS.
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada TRÁFICO DE PESSOAS
ID Autoridade 264139
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada AJUDA ÀS VÍTIMAS
ID Autoridade 4774
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada METODOLOGIAS
ID Autoridade 341295
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada IMIGRAÇÃO
ID Autoridade 3839
710 ## - NOME DE COLECTIVIDADE - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem MANUAL SUL
ID Autoridade 357302
955 ## -
-- Oferta
995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES
-- 0
-- PJCD_238_000000000000000
-- 2022-06-06
-- 2022-06-06
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