Jurisprudência dos princípios (Record no. 391459)

001 - ETIQUETA DE REGISTO
Identificador do registo 391459
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20130311d2010 y0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio Jurisprudência dos princípios
Informação de outro título ensaio sobre os fundamentos da decisão jurisdicional
Primeira menção de responsabilidade António Cortês
210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC.
Lugar da publicação, distribuição, etc. Lisboa
Nome do editor, distribuidor, etc. Universidade Católica Editora
Data da publicação, distribuição, etc. 2010
215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA
Indicação específica do tipo de material e extensão do item 397 p.
Dimensões 23 cm
300 ## - NOTAS GERAIS
Texto da nota Texto que corresponde, com pequenas alterações, à dissertação de doutoramento entregue na Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa a 17 de Abril de 2008 e discutida no dia 18 de Fevereiro de 2009.
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota Introdução. A. Delimitação temática. B. A exigência de justiça ou correcção das soluções de direito. C. Além da livre argumentação judiciária e da obediência inteligente à lei. D. Primeira aproximação ao significado dos “princípios do Direito”. Parte I – Crítica do pensamento jurídico de raiz legalista. 1. Caracterização e aporias do pensamento de raiz legalista. 2. Releitura do legalismo iluminista e do pensamento normativista do século XX. 2.1. A lei como virtude e como valor na tradição cultural do Ocidente. 2.2. Os limites da legalidade em Montesquieu, Rousseau e Kant. 2.3. O normativismo elaborado de Kelsen e de Hart. 3. Sinais de uma nova forma de pensamento jurídico. 3.1. Os limites das normas e da sua aplicação lógica. 3.2. A mutação no âmbito da hermenêutica canónica. 3.3. O reconhecimento do carácter analógico e proporcional do direito. 3.4. A “norma do caso”. 3.5. O relevo acrescido dos precedentes judiciais. 3.6. A construção de um constitucionalismo não normativista. 3.7. As propostas de uma orientação para as consequências futuras. 3.8. O que está na base desta viragem metodológica? 4. A convocação jurisprudencial dos princípios jurídicos. 4.1. Enquadramento. 4.2. O desenvolvimento judicial do direito visto por Esser. 4.3. A problemática dos princípios no jurisprudencialismo de Castanheira Neves. 4.4. O Império do Direito de Dworkin. 4.5. Os princípios do Direito como base do método e da dogmática jurídica. Parte II - A vinculação à lei e ao Direito: ‘Ius genus, lex species eius est’. 1. Bases fundamentais para um modelo principial da juridicidade. A) A diferença entre a “lei” e o “Direito”. B) Uma nova ideia de “saber jurídico”. C) Uma visão pluridimensional dos princípios do Direito. 2. Validade e limites da visão judicialista do Direito. 2.1. O Direito como profecia no realismo de Holmes. 2.2. Crítica do realismo judiciário. 2.3. O problema dos fundamentos da decisão jurisdicional. 3. A caracterização do método jurídico à luz da distinção entre “regras” e “princípios”. 3.1. Justificação e limites da distinção entre regras e princípios. 3.2. O modelo dos princípios e o seu papel no seio do sistema jurídico. 3.3. A ideia de Direito como pólo referencial do método jurídico. 4. Recuperação do jusnaturalismo? - Os limites da pré-positividade jurídica. 4.1. O cariz multifacetado do jusnaturalismo. 4.2. O problema da natureza das coisas e da natureza humana. 4.3. A questão dos valores objectivos. 4.4. A abertura racional, ética e axiológica do círculo hermenêutico. 5. A exigência dos princípios do Direito no contexto da pós-modernidade. Parte III - Genealogia dos princípios do Direito: do direito romano à Europa do pós-guerra. 1. A emergência dos “princípios” na história. 2. A invocação de princípios no casuísmo do Direito Romano. 2.1. As máximas jurisprudenciais, as virtudes ético-políticas e os ‘iuris principia’. 2.2. A razão do não desaparecimento histórico do ‘ius romanum’. 3. A hermenêutica do Direito Comum e a proposta do Jusracio­nalismo. 3.1. A atitude dos autores do Direito Comum perante o ‘corpus iuris’. 3.2. A formação de novas ‘regulae iuris’ e ‘generalia’ e a cautela na sua utilização. 3.3. A relevância autónoma das ideias de ‘iustitia’, ‘ius naturale’ e ‘bonum commune’. 3.4. O jusracionalismo iluminista e o seu ingénuo irrealismo metodológico. 4. O reduzido papel dos “princípios” na vigência do Código Civil de 1867 e nas primeiras Constituições portuguesas. 4.1. A matriz jusracionalista do Código de Seabra. 4.2. O positivismo prático dominante e a descoberta de novos princípios pela doutrina. 4.3. O crepúsculo dos princípios e direitos fundamentais. 5. A decisiva mudança de perspectiva sobre o Direito na Europa do pós-guerra. Parte IV - Os princípios do Direito como parâmetros normativos e referências ideais. 1. O problema da caracterização dos “princípios do Direito”. A) Os princípios como ideias e como proposições. B) A ausência de pressupostos tipificados. C) O valor racional, ético ou axiológico. D) O carácter irradiante e a força expansiva dos princípios. 2. Princípios do Direito e fontes de Direito. 2.1. Justificação e limites da visão dos princípios do Direito como fontes de direito. 2.2. Os princípios do Direito no contexto da crítica da tradicional teoria das fontes de direito. 3. Princípios constitucionais e direitos fundamentais. 4. Os princípios jurídicos como parâmetros normativos. 4.1. A descoberta de novos princípios jurídicos: o processo de dupla fundamentação. 4.2. Formas de conjugação dos “dados positivos” com a “ideia de Direito”. 5. Os princípios como referências ideais – os princípios mais universais do Direito. 5.1. Os princípios nucleares do Direito - uma possível sistematização. A) Dignidade da pessoa humana. B) Controlo crítico do poder. C) Igualdade. D) Proporcionalidade. E) Compensação de danos. F) Exclusão de benefícios ou desvantagens injustificados. G) Segurança em face da contingência. 5.2. A unidade dos princípios do Direito. Parte V - A força normativa dos princípios do Direito. 1. Força jurídica, concretização e justiciabilidade dos princípios do Direito. 1.1. A necessidade de definição do sentido e alcance dos princípios. 1.2. O papel dos precedentes judiciais. 1.3. Os critérios dogmáticos de definição dos princípios. 1.4. As condicionantes processuais na aplicação dos princípios. 1.5. A compreensão do papel institucional dos tribunais. 2. O valor interpretativo e integrador dos princípios do Direito em face da lei. 2.1. Princípios, conceitos regulativos e normas de decisão. 2.2. A função dos princípios em face das normas e das cláusulas gerais. 2.3. Os princípios como inspiração para novas construções dogmáticas. 2.4. Os princípios como parâmetros de validade de soluções normativas expressas. 3. O Estado de Direito e o pluralismo jurídico como ideias constituintes. 3.1. A força criadora da ideia de Estado de Direito. 3.2. O pluralismo como referência ideal do Estado de Direito - o Estado de Direito Plural. Parte VI - Princípios do Direito e fundamentação expressadas decisões jurisdicionais. 1. A fundamentação expressa das decisões na jurisprudência dos princípios. 2. Densidade e estrutura da fundamentação da decisão jurisdicional. 2.1. O alargamento do círculo dos factos relevantes. 2.2. A relevância funcional dos precedentes judiciais. 2.3. O carácter escalonado da fundamentação. 2.4. A solução justa como ideia regulativa. Epílogo. Bibliografia.
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada DOUTRINA JURÍDICA
ID Autoridade 320978
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada FONTE DO DIREITO
ID Autoridade 623
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada HISTÓRIA DO DIREITO
ID Autoridade 410421
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada TESE
ID Autoridade 334284
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem CORTÊS
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem António
ID Autoridade 278740
955 ## -
-- Oferta
995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES
-- 0
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-- 2022-06-06
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-- PJCD_223_000000000000000
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