Opacidade e transparência - limiar de uma relação tensional entre os media e a instituição Polícia Judiciária (Record no. 387383)

001 - ETIQUETA DE REGISTO
Identificador do registo 387383
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20081204d2008 y0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio Opacidade e transparência - limiar de uma relação tensional entre os media e a instituição Polícia Judiciária
Primeira menção de responsabilidade Luís Miguel Alves Fernandes
210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC.
Lugar da publicação, distribuição, etc. Lisboa
Nome do editor, distribuidor, etc. ed. do a.
Data da publicação, distribuição, etc. 2008
215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA
Indicação específica do tipo de material e extensão do item 287 f.
Dimensões 30 cm
300 ## - NOTAS GERAIS
Texto da nota Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ciências da Comunicação, variante de Estudos de Media e Jornalismo, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, sob orientação científica do Professor Doutor Hermenegildo Borges.Resumo inserto na publicação.
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota Resumo. Capítulo I - Estudo de caso: 1.1. Formulação do problema ; 1.2. Objectivo do estudo. Capítulo II - Estrutura conceptual: 2.1. Definição da problemática; 2.1.1. O campo dos media; 2.1.2. O campo da Justiça; 2.1.3. Relação entre o campo da Justiça e o campo dos media; 2.1.4. Fontes e jornalistas; 2.1.5. Direito de informar e segredo de justiça; 2.1.6. Deontologias: 2.1.7. Comunicação e polícia; 2.1.8. Jornalismo investigativo; 2.1.9. O crime nos media; 2.2 Definição do objecto. Capítulo III - Metodologia: 3.1. Selecção de técnicas; 3.2. Análise dos dados. Capítulo IV - Avaliação de resultados: 4.1. Descrição diacrónica dos resultados obtidos no decurso do primeiro mês. Conclusão. Bibliografia. Apêndice A - Comunicados de imprensa da PJ. Apêndice B - Recortes de imprensa DN. Apêndice C - Recortes de imprensa Público.Resumo inserto na publicação: “O tema que pretendemos abordar é o da relação entre jornalistas e fontes, mais concretamente, a forma como se processa o relacionamento entre estas duas entidades numa instituição como a Polícia Judiciária, a partir da análise de um caso que ocorreu em Maio de 2007, em Portugal, e que se tomou internacionalmente conhecido: o caso do desaparecimento de Madeleine McCann. O campo da justiça, e mais concretamente o campo da polícia, e o campo dos media desempenham um papel preponderante na sociedade actual. Levantam-se questões diversas em ambos os campos e nomeadamente entre os seus profissionais (polícias e jornalistas). Este será o domínio desta investigação. O objectivo deste trabalho será o de esclarecer o modo de funcionamento e o relacionamento da Polícia Judiciária com os media e efectuar uma descrição aprofundada sobre os códigos deontológicos que regulam as profissões de polícia e jornalista. Pretende-se confirmar a estreita relação que existe entre os jornalistas e a Polícia Judiciária e, sobretudo, pretende-se explorar o que parece evidente: as várias facetas que existem e se digladiam constantemente - o sigilo profissional dos jornalistas, na protecção das suas fontes, e o direito a informar os cidadãos, em contraposição com a figura do segredo de justiça invocado pelas autoridades policiais aquando do desenvolvimento das suas investigações. Propomo-nos, antes de mais, inquirir o que diz a deontologia dos jornalistas e da Polícia Judiciária relativamente às questões de revelação da verdade e à questão do sigilo profissional/segredo de justiça. A esta luz pretendemos confirmar se os limites definidos pelos códigos deontológicos dos profissionais do jornalismo e das polícias são rígidos ao ponto de não permitirem qualquer flexibilidade, ou se, pelo contrário, essa flexibilidade se revela em determinadas ocasiões. Obter um melhor conhecimento dos campos da justiça e dos media, considerando, em particular, a relevância que hoje se reconhece ao lugar e função de ambos no funcionamento das nossas sociedades de democracia política, é o objectivo primeiro deste trabalho de investigação. Ninguém duvida da importância do campo dos media que é por muitos entendido como um contra-poder. Sublinhamos a competência funcional e normativa dos media no espaço público crescentemente mediatizado, logo dependente dos media. No quadro destas competências o campo dos media consegue questionar o status quo de outros campos sociais, inclusive o campo da justiça onde se incluem várias instituições. O campo da justiça é também detentor de enorme importância. Ele desempenha, a seu modo, um papel também ele de mediação, entre as normas e as práticas humanas com relevância jurídica. Cabe a este campo, pelo menos nas sociedades de democracia política, fazer aplicar as normas de direito positivo, contribuindo, desse modo para a concreta realização de justiça e dos fins a que se propõe um Estado de Direito.Uma sociedade democrática não teria qualquer hipótese de sobrevivência caso não existisse o campo da justiça. Estaria votada ao anarquismo e sujeita a revoluções e conflitos constantes. Na ausência de "um terceiro imparcial em 10 grau" (cf. Ricoeur, Paul; O Justo ou a Essência da Justiça) personificado em instituições justas, capaz de estabelecer a justa distância entre as partes e de produzir uma decisão que ponha fim ao conflito, a sociedade resvala inexoravelmente para o conflito generalizado bem caracterizado por Hobbes no seu Leviathan como "uma guerra de todos contra todos". Ao campo da Justiça cabe, mais que a qualquer outro campo, realizar a paz judiciária e fazer da sociedade uma "empresa de cooperação". Não se pretende realçar estes dois campos sociais de outros igualmente importantes. O nosso objectivo é apenas o de tentar explicar como estes se relacionam”.
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada RELAÇÕES PÚBLICAS
ID Autoridade 304957
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSAS
ID Autoridade 1412
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada POLÍCIA JUDICIÁRIA
ID Autoridade 242453
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem FERNANDES
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Luís Miguel Alves
ID Autoridade 355522
955 ## -
-- Oferta
995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES
-- 0
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