| 001 - ETIQUETA DE REGISTO |
| Identificador do registo |
384037 |
| 100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO |
| Dados gerais de processamento |
20070209d2004 y0pory50 ba |
| 101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO |
| Língua do texto, banda sonora, etc. |
Português |
| 200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE |
| Título próprio |
A criminalidade comparada |
| Indicação genérica do tipo de material |
Recurso eletrónico |
| Primeira menção de responsabilidade |
Gabriel Tarde |
| Outras menções de responsabilidade |
trad. Maristela Bleggi Tomasini |
| 210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC. |
| Lugar da publicação, distribuição, etc. |
[S.l.] |
| Nome do editor, distribuidor, etc. |
eBooksBrasil |
| Data da publicação, distribuição, etc. |
2004 |
| 215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA |
| Indicação específica do tipo de material e extensão do item |
1 CD-ROM |
| Dimensões |
12 cm |
| 300 ## - NOTAS GERAIS |
| Texto da nota |
Obra baseada na 8.ª edição francesa de 1924, com notas e comentários. "La criminalité comparée, Félix Alcan, Paris, 1886. Ficheiro de 918 Kb em formato pdf (208 f.). Disponível em: https://www.ebooksbrasil.org/adobeebook/tarde2.pdf |
| 330 ## - SÚMULA OU RESUMO |
| Texto da nota |
Prefácio. Postscriptum à segunda edição. Capítulo Primeiro - O tipo criminal. 01. Caracteres anatómicos. O corpo. A cabeça. Contraste perfeito com o tipo ideal de Regel. 02. Caracteres fisiológicos e patológicos. Utilidade dessa descrição física. 03. Caracteres psicológicos. Analogias com o selvagem, diferenciações do louco. Relatividade do crime, não da loucura. Fatos qualificados como crimes em diversas épocas. Responsabilidade do criminoso e não do louco. Por quê. 04. Caracteres sociológicos. Grandes associações de malfeitores: Camorra. Nenhuma similitude com as tribos selvagens. Tatuagem e gíria das prisões de forçados. Grafologia criminal. 05. Tentativa de explicação. As mulheres têm o tipo criminal. Os tipos profissionais. 06. Atenuação possível do vírus criminal no amanhã. Capítulo Segundo - A estatística criminal. 01. Progressão rápida e real do número de delitos. Baixa aparente do número de crimes. Causa desta ilusão. 02. Discussão com Poletti: se a atividade produtiva compensa a atividade malfazeja. 03. A reincidência. Ação do exemplo. Por que a profissão de malfeitor se tornou excelente. Degredo e sociedades de patronato.04. Civilização e revolução. A política e a curva dos delitos. 05. Magistratura. Seus progressos constantes sob todos os pontos de vista. Cifra estacionária dos processos civis. Comparação das estatísticas judiciárias. Júri. Apanhado histórico sobre a distinção do civil e do criminoso. 06. Religião, sua influência. Instrução primária, sua ineficácia. Instrução superior, sua virtude. A moral fundada sobre a estética. Capítulo Terceiro - Problemas da penalidade. 01. Grau necessário de convicção judicial. Variabilidade de um tribunal para outro, de um tempo a outro e de zero ao infinito. Culpabilidade e condenabilidade: como o juiz chega a ser fixado - análise psicológica. Regra teórica das variações de que se tratam. 02. Sugestão e responsabilidade. Comparação da penalidade com a indústria. A vida normal esclarecida pelo hipnotismo. Ela poderia não ser senão um hipnotismo bastante complexo. Condições essenciais da responsabilidade. O princípio da imitação, indispensável aqui. Capítulo Quarto - Problemas da criminalidade. 01. Geografia criminal. Preponderância, admitida por Garofalo, dos homicídios no MeioDia, dos roubos no Norte. Exceções a essa regra. Sua explicação, não por causas físicas, mas por causas sociais que fazem marchar a civilização do Meio-Dia ao Norte e do Leste ao Oeste nos tempos modernos. Aliás, tendência da civilização em irradiar-se em todos os sentidos. 02. Homicídio e suicídio. Crítica da relação inversa estabelecida entre ambos. Perri, Morselli e Legoyt. Suicídio e emigração. Causas de ordem social e, sobretudo, de ordem religiosa. Curva dos suicídios e curva dos divórcios. Bertillon. O suicídio militar.03. O amanhã do crime. Dupla vertente das sociedades. Voluptuosidade crescente. Definição do delito. Ampliação progressiva dos dois círculos concêntricos da moral. O próprio progresso moral operado pelas descobertas imitadas. Cada civilização tende a devorar sua própria criminalidade. Embriologia do delito. O ideal futuro. 04. Civilização e mentira. Ligação entre a delituosidade e o espírito de mentira. Ora, utilidade, senão necessidade, em todo caso, universalidade social da mentira. Questão de saber se o progresso tende a enfraquecê-la ou a fortificá-la. Relação inversa entre a verdade e a veracidade, entre a mentira e o erro. Visão histórica. Logo, necessidade da imaginação à vista da ilusão necessária à união social. Religião do amanhã. |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
CRIMINALIDADE |
| ID Autoridade |
224783 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
CRIMINOLOGIA COMPARADA |
| ID Autoridade |
224891 |
| 700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL |
| Palavra de ordem |
TARDE |
| Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem |
Gabriel |
| ID Autoridade |
105524 |
| 955 ## - |
| -- |
Oferta |
| 995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES |
| -- |
0 |
| -- |
PJCD_59_000000000000000 |
| -- |
2022-06-06 |
| -- |
2022-06-06 |
| -- |
0 |