Contributo para o aprofundamento do conhecimento de trajectórias criminais institucionalizadas do género feminino (Record no. 382940)

001 - ETIQUETA DE REGISTO
Identificador do registo 382940
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20050824d2005 y0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio Contributo para o aprofundamento do conhecimento de trajectórias criminais institucionalizadas do género feminino
Informação de outro título estudo dos registos da Polícia Judiciária
Primeira menção de responsabilidade José Manuel Pires Leal
210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC.
Lugar da publicação, distribuição, etc. Lisboa
Nome do editor, distribuidor, etc. [s.n.]
Data da publicação, distribuição, etc. 2005
215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA
Indicação específica do tipo de material e extensão do item xiv, 388 p., anexos
Dimensões 30 cm
300 ## - NOTAS GERAIS
Texto da nota Dissertação apresentada para a obtenção do grau de Mestre em Criminologia, pela Faculdade de Direito da Universidade do Porto, orientada por Cândido da Agra (FDU) e Cristina Leite Queirós (FDCEUP). (Ver tb 19.D.18/27855).
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota Introdução. Parte I - Enquadramento teórico-crítico. 1. definições: trajectória criminal e comportamento criminal. 1.1 Elementos para contextualizar as trajectórias criminais. 1.1.1 Normas e desvio. 1.1.2 O crime. 1.2 Enfoques estruturais e processuais na descodificação do comportamento criminal. 1.2.1 O biológico. 1.2.2 A psique. 1.2.3 O social. 1.2.4 E a articulação-integração no plano biopsicossocial. 2. O estudo das trajectórias criminais. 2.1 A abordagem longitudinal sobre trajectórias criminais representa a análise do transgressivo no "continuum" do tempo. 2.1.1 A lógica do processo desviante. 2.1.2 Trajectórias versus carreiras criminais. 2.1.3 Factores de protecção e de risco. 2.1.4 Ciclos de vida. 2.2 O género como condicionalismo de co-existência. 2.2.1 O feminino na sociedade portuguesa. 2.2.2 A criminalidade no feminino. Parte II - Estudo empírico. 3. Limites à metodologia. 3.1 Os limites do objecto que propomos. 3.2 O código penal de 1982. 3.3 A instituição Polícia Judiciária. 3.4 A fonte: Sistema Integrado de Informação Criminal. 3.5 Selecção da amostra e recolha de dados: dificuldades e limites. 3.5.1 Matriz - características do indivíduo. 3.5.2 Matriz - residência. 3.5.3 Matriz - elementos do crime. 3.5.4 Matriz - privação da liberdade. 3.5.5 Matriz - classificação policial. 4. Análise e discussão dos dados. 4.1 Estudo dos sujeitos constituintes da amostra. 4.1.1 Tipo de delinquente. 4.1.2 Relação conjugal. 4.1.3 Naturalidade. 4.1.4 Nacionalidade. 4.1.5 Origem racial. 4.1.6 Habilitações literárias. 4.1.7 Grupo profissional. 4.1.8 A idade ao primeiro registo. 4.1.9 Residência e mobilidade residencial. 4.1.10 O intervalo entre o 1.º registo e o último. 4.1.11 A mobilidade criminal. 4.1.12 A privação da liberdade. 4.1.13 Prisão efectiva. 4.2. As trajectórias criminais na generalidade. 4.3 As trajectórias criminais na especificidade. 4.3.1 Análise regressiva. 4.3.1.1 Consumo de droga. 4.3.1.2 Tráfico-consumo e tráfico de droga. 4.3.1.3 Emissão de cheque sem provisão. 4.3.1.4 Contra a vida. 4.3.1.5 De natureza sexual. 4.3.1.6 Contra a integridade física e liberdade pessoal. 4.3.1.7 Contra o património com violência. 4.3.1.8 Contra o património sem violência. 4.3.1.9 De falsificação. 4.3.1.10 Contra o Estado. 4.3.1.11 Outros contra a sociedade. 4.3.1.12 Outros contra as pessoas. 4.3.2 Análise sequencial. 4.3.2.1 Consumo de droga. 4.3.2.2 Tráfico-consumo e tráfico de droga. 4.3.2.3 Emissão de cheque sem provisão. 4.3.2.4 Contra a vida. 4.3.2.5 De natureza social. 4.3.2.6 Contra a integridade física e liberdade pessoal. 4.3.2.7 Contra o património com violência. 4.3.2.8 Contra o património sem violência. 4.3.2.9 De falsificação. 4.3.2.10 Contra o Estado. 4.3.2.11 Outros contra a sociedade. 4.3.2.12 Outros contra as pessoas. 4.3.2.13 Não especificados. 4.3. A articulação interpretativa regressivo-sequencial. 4.3.3.1 A categoria ocasional. 4.3.3.2 A categoria reincidente. 4.3.3.3 A categoria crónico. Discussão final - conclusão. Bibilografia. Anexos (Quadro sinóptico, matrizes de recolha de dados, quadros de sequências de registos-crime, quadros de exercícios de predições).
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada CRIMINALIDADE FEMININA
ID Autoridade 275110
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada COMPORTAMENTO DESVIANTE
ID Autoridade 321365
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada INFORMAÇÃO CRIMINAL
ID Autoridade 321297
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada ANÁLISE CRIMINAL
ID Autoridade 321724
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada SISTEMA INTEGRADO DE INFORMAÇÃO CRIMINAL
ID Autoridade 322649
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada TESE
ID Autoridade 334284
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem LEAL
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem José Manuel Pires
ID Autoridade 325260
955 ## -
-- Oferta
995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES
-- 0
-- PJ_18_000000000000000_C_1
-- 2022-06-06
-- 2022-06-06
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