Direito ao " silêncio corporal " (Record no. 377216)

001 - IDENTIFICADOR DO REGISTO
Identificador do registo 377216
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20181107u y0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio Direito ao " silêncio corporal "
Informação de outro título significado crítico de uma metáfora em processo penal
Primeira menção de responsabilidade Jorge dos Reis Bravo
311 ## - NOTAS RELATIVAS A CAMPOS DE ENTRADAS RELACIONADAS
Texto da nota (*) CD 292. Resumo inserto na publicação.
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota A problematização do corpo – esse protagonista da pós-modernidade – no quadro jurídico-probatório pode envolver questões que hoje são comuns às interrogações da filosofia, da ética, da antropologia, da sociologia e da ciência em geral e das ciências da vida, em particular. Num cenário contemporâneo, em que se propõe um «adeus ao corpo» ou o abandono de um conceito identitário tradicional de corpo, os moldes da relevância da corporeidade no processo jurídico (ou judicial) podem vir a ser também modificados. Tal ocorre quando se questionam as influências do movimento Queer – ao apontar para um género construído pelo próprio titular, desligado das categorias naturais pré-determinadas (masculino/feminino) –, as consequências de modificações genéticas (edição ou reprogramação do genoma) ou de cirurgias plásticas e de transplantações, bem como de alterações biossintéticas. Por outro lado, o silêncio como valor contraposto ao ruído – considerado este como excesso de conteúdos de informação ou de atividades no quadro de sociedades contemporâneas complexas – assume, ele também, no âmbito do procedimento penal um significado próprio e distinto, quando em causa possa estar o acesso a elementos de prova corporal, cuja mudança de conceção importa compreender. Delimitado negativamente o âmbito da produção de prova corporal com a proibição da tortura e outros meios de prova ilícita, o autor tenta perceber a admissibilidade do recurso ao corpo [do imputado] como fonte de prova quando tal se torne necessário ou imprescindível. No texto, procura-se fazer uma reflexão sobre os quadros da relevância jurídico-probatória do corpo do imputado, face a uma categoria para já inviável – porventura apenas uma metáfora – que se vem designando como direito ao silêncio corporal, mas que crescentemente assume um indiscutível conteúdo substancial.
461 ## - NÍVEL DE CONJUNTO
Lugar de publicação Lisboa
Data de publicação Julho-Setembro 2018
Número do volume Ano 39, nº 155
Título Revista do Ministério Público
ISSN 0870-6107
Descrição física p. 23-67
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada RECOLHA DA PROVA
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada VALOR PROBATÓRIO
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada ANÁLISE DE VESTÍGIOS
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PROCESSO PENAL
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada CRIME CONTRA AS PESSOAS
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem BRAVO
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Jorge dos Reis
995 ## - Localização e informação dos exemplares
-- 0
-- PJ_36789_000000000000000
-- 2022-06-06
-- 2022-06-06
-- 0
Holdings
Número interno Koha (auto-gerado) Biblioteca de aquisição Biblioteca de empréstimo Cota Tipo de documento
404997 Biblioteca da Polícia Judiciária Biblioteca da Polícia Judiciária PJ36789 Analíticos de Periódicos