Aspetos psicopatológicos e médico-legais do stalking (Record no. 376953)

001 - IDENTIFICADOR DO REGISTO
Identificador do registo 376953
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20180123u y0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Inglês
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio Aspetos psicopatológicos e médico-legais do stalking
Indicação genérica do tipo de material Recurso eletrónico
Primeira menção de responsabilidade Sara Castro, Marta Nascimento, Fernando Vieira
311 ## - NOTAS RELATIVAS A CAMPOS DE ENTRADAS RELACIONADAS
Texto da nota Resumo inserto na publicação.
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota Introdução: O stalking, pode ser definido por um padrão de comportamentos de perseguição e/ou assédio persistente e repetitiva, nomeadamente sob a forma de aproximação furtiva, comunicação e contacto não consentidos, vigilância e monitorização de uma pessoa-alvo. Recentemente foram notáveis os esforços de uniformização e caracterização do conceito de stalking no âmbito legal, que culminaram na sua criminalização em Portugal. Objetivos: Revisitar o conceito de stalking, a sua definição, tipologia das vítimas e agressores, com destaque especial para as considerações psicopatológicas inerentes, os aspetos médico-legais e revisão do enquadramento legal do stalking em Portugal. Métodos: Revisão não sistemática da literatura. Resultados e Discussão: As considerações sobre a psicopatologia do fenómeno abrangente que é o stalking são escassas. Na sua esmagadora maioria, tais comportamentos são enxertados em perturbações de personalidade, cuja responsabilidade criminal não se encontra diminuída. Apenas em escassos casos, estes se associam a perturbações psiquiátricas passíveis de serem associadas à presença de pressupostos médico-legais de inimputabilidade, nomeadamente os quadros psicóticos. Nestes últimos casos, a inimputabilidade pode ser considerada. Deste modo, a distinção fenomenológica é fundamental não apenas no âmbito clínico mas também forense.
461 ## - NÍVEL DE CONJUNTO
Lugar de publicação [Maia]
Data de publicação Julho de 2017
Número do volume Nº 12
Título Psiquiatria, Psicologia & Justiça
ISSN 2182-9381
Descrição física p. 16-37
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada ASSÉDIO SEXUAL
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada ASSÉDIO MORAL
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada COMPORTAMENTO DESVIANTE
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PERFIL PSICOLÓGICO
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem CASTRO
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Sara
701 ## - NOME DE PESSOA - CO-RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem NASCIMENTO
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Marta
701 ## - NOME DE PESSOA - CO-RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem VIEIRA
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Fernando
995 ## - Localização e informação dos exemplares
-- 0
-- PJCD_291_000000000000000
-- 2022-06-06
-- 2022-06-06
-- 0
Holdings
Número interno Koha (auto-gerado) Biblioteca de aquisição Biblioteca de empréstimo Cota Tipo de documento
404734 Biblioteca da Polícia Judiciária Biblioteca da Polícia Judiciária PJCD 291 Analíticos de Periódicos