| 001 - IDENTIFICADOR DO REGISTO |
| Identificador do registo |
374426 |
| 100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO |
| Dados gerais de processamento |
20110519u y0pory50 ba |
| 101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO |
| Língua do texto, banda sonora, etc. |
Português |
| 200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE |
| Título próprio |
A política externa portuguesa para a cooperação política europeia |
| Informação de outro título |
a construção da política externa europeia – II |
| Primeira menção de responsabilidade |
Reinaldo Saraiva Hermenegildo |
| 311 ## - NOTAS RELATIVAS A CAMPOS DE ENTRADAS RELACIONADAS |
| Texto da nota |
Resumo inserto no próprio artigo. Este artigo corresponde a um estudo exploratório e preparatório, com vista a servir de apoio, complemento e ponto de partida a um estudo mais aprofundado no âmbito da dissertação de Mestrado em Ciência Política e Relações Internacionais: "A Política Externa de Portugal para a PESC: o caso de Timor-Leste", sob orientação do Professor Doutor Nuno Severiano Teixeira. |
| 330 ## - SÚMULA OU RESUMO |
| Texto da nota |
O presente artigo descreve e analisa a política externa de portuguesa no âmbito da Cooperação Política Europeia (CPE), desde a sua participação na CPE até à primeira Presidência Portuguesa do Conselho das Comunidades Europeias, que coincide quase o fim da CPE, dada a institucionalização da Política Externa e de Segurança Comum (PESC), através do Tratado de Maastricht em 1992. O papel de Portugal no âmbito da CPE foi bastante activo, apesar de nesse período Portugal concentrar esforços e preocupações com as questões da coesão económica e social. Porém, mesmo no âmbito da construção da Europa política, Portugal deu contributos importantes para a política externa das Comunidades Europeias. Portugal, mesmo sendo, conjuntamente com Espanha o último país a aderir às comunidades europeias, marcou desde logo posição em algumas áreas temáticas, como a defesa dos direitos humanos, e tomando posição, igualmente, para quase todas as áreas geográficas e organizações internacionais.A CPE permitiu a Portugal prosseguir os seus interesses através daparticipação na CPE, ao conseguir dar destaque e colocar algumas questões de interesse nacional na agenda da política externa europeia, designadamente as questões ligadas aos países de língua oficial portuguesa, onde o caso de Timor-Leste, é o caso mais paradigmático e exemplar dessa acção. |
| 461 ## - NÍVEL DE CONJUNTO |
| Lugar de publicação |
Lisboa |
| Data de publicação |
2008 |
| Número do volume |
VI Série, n.º 9 |
| Título |
Proelium - Revista da Academia Militar |
| ISSN |
1645-8826 |
| Descrição física |
p. 61-92 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
COOPERAÇÃO EUROPEIA |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
POLÍTICA DE COOPERAÇÃO |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
UNIÃO EUROPEIA |
| 700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL |
| Palavra de ordem |
HERMENEGILDO |
| Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem |
Reinaldo Saraiva |
| 995 ## - Localização e informação dos exemplares |
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0 |
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PJCD_188_000000000000000 |
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2022-06-06 |
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2022-06-06 |
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