| 001 - IDENTIFICADOR DO REGISTO |
| Identificador do registo |
372819 |
| 100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO |
| Dados gerais de processamento |
20060817u y0pory50 ba |
| 101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO |
| Língua do texto, banda sonora, etc. |
Inglês |
| 200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE |
| Título próprio |
Restorative justice and sexual assault |
| Informação de outro título |
an archival study of court and conference cases |
| Primeira menção de responsabilidade |
Kathleen Daly |
| 311 ## - NOTAS RELATIVAS A CAMPOS DE ENTRADAS RELACIONADAS |
| Texto da nota |
Tradução do resumo inserto no próprio artigo. |
| 330 ## - SÚMULA OU RESUMO |
| Texto da nota |
À medida que a justiça restaurativa cresce em popularidade a nível mundial, principalmente, como resposta à criminalidade juvenil, a controvérsia rodeia a sua utilização relativamente aos casos de violência sexual doméstica. Com algumas excepções, todas as jurisdições colocaram estes delitos para além do alcance da justiça restaurativa, tanto para delinquentes jovens, como adultos e, assim, falta prova empírica. Este artigo apresenta as conclusões de um estudo de arquivo, de quase 400 processos de crimes sexuais com jovens, que foram finalizados em tribunal e com recurso a conferência ou medidas formais, durante um período de seis anos e meio na Austrália do Sul, abordando as seguintes questões: (1) O que diferencia um processo de tribunal de um processo com conferência? (2) O que acontece se um processo vai para tribunal, e.g., que percentagem de processos é arquivada e como é que as penas variam relativamente a processos resolvidos em tribunal ou com recurso a conferência? (3) Do ponto de vista da vítima, qual parece ser a melhor opção - fazer com que um processo vá a tribunal ou seja resolvido por conferência?. Contrariamente aos problemas levantados pelos críticos da conferência, da perspectiva de uma vítima, o processo com conferência pode ser menos vitimizante do que o processo do tribunal, podendo o seu regime punitivo produzir resultados mais eficazes. |
| 461 ## - NÍVEL DE CONJUNTO |
| Lugar de publicação |
Oxford |
| Data de publicação |
March 2006 |
| Número do volume |
Vol. 46, n. 2 |
| Título |
British Journal of Criminology (The) |
| ISSN |
0007-0955 |
| Descrição física |
p. 334-356 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
À medida que a justiça restaurativa cresce em popularidade a nível mundial, principalmente, como resposta à criminalidade juvenil, a controvérsia rodeia a sua utilização relativamente aos casos de violência sexual doméstica. Com algumas excepções, todas as jurisdições colocaram estes delitos para além do alcance da justiça restaurativa, tanto para delinquentes jovens, como adultos e, assim, falta prova empírica. Este artigo apresenta as conclusões de um estudo de arquivo, de quase 400 processos de crimes sexuais com jovens, que foram finalizados em tribunal e com recurso a conferência ou medidas formais, durante um período de seis anos e meio na Austrália do Sul, abordando as seguintes questões: (1) O que diferencia um processo de tribunal de um processo com conferência? (2) O que acontece se um processo vai para tribunal, e.g., que percentagem de processos é arquivada e como é que as penas variam relativamente a processos resolvidos em tribunal ou com recurso a conferência? (3) Do ponto de vista da vítima, qual parece ser a melhor opção - fazer com que um processo vá a tribunal ou seja resolvido por conferência?. Contrariamente aos problemas levantados pelos críticos da conferência, da perspectiva de uma vítima, o processo com conferência pode ser menos vitimizante do que o processo do tribunal, podendo o seu regime punitivo produzir resultados mais eficazes. |
| 700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL |
| Palavra de ordem |
DALY |
| Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem |
Kathleen |
| 995 ## - Localização e informação dos exemplares |
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0 |
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PJ_27175_000000000000000 |
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2022-06-06 |
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2022-06-06 |
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