Representações da violência criminal feminina em Portugal no discurso antropológico oitocentista (Record no. 363003)

001 - IDENTIFICADOR DO REGISTO
Identificador do registo 363003
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20150909u y0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio Representações da violência criminal feminina em Portugal no discurso antropológico oitocentista
Indicação genérica do tipo de material Recurso eletrónico
Primeira menção de responsabilidade Aurízia Anica
311 ## - NOTAS RELATIVAS A CAMPOS DE ENTRADAS RELACIONADAS
Texto da nota In: Jorge Crespo - Estudos em homenagem / coordenação Paula Godinho, Susana Pereira Bastos e Inês Fonseca. [Lisboa] : 100Luz, Dezembro 2012., p. 209-231. ISBN 978-989-95757-7-6. Resumo inserto na publicação.
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota Neste texto analisa-se a transformação do discurso antropológico sobre o género na violência criminal e respetiva penalização, em Portugal, desde as «Luzes» até ao socialismo do final do século XIX. O discurso predominante ao longo de oitocentos legitimou a diferenciação das penas previstas para certos crimes julgados como especificamente femininos com argumentos baseados na ideia da desigualdade natural dos sexos e consequente assimetria da criminalidade. Todavia, sobre este pano de fundo despontaram sensibilidades diferentes quanto à possibilidade de regenerar o tecido social, tendo o paradigma anatomofisiológico de explicação do crime conduzido a um ceticismo perante a possibilidade de corrigir os «selvagens da civilização», em especial, as «criminosas degeneradas». Foi este pessimismo que a Antropologia socialista procurou ultrapassar, remetendo para o domínio do patológico todo o crime que não fosse suscetível de prevenção ou correção pela alteração das condições de vida dos seus autores. Pretende-se contribuir para a compreensão do caráter arbitrário da dicotomia entre antropologia física e antropologia cultural que conduziu a excluir da história da antropologia cultural os estudos mais antigos sobre o género na criminalidade.
463 ## - NÍVEL UNIDADE FÍSICA
Título In: Jorge Crespo - Estudos em homenagem / coordenação Paula Godinho, Susana Pereira Bastos e Inês Fonseca. [Lisboa] : 100Luz, Dezembro 2012., p. 209-231. ISBN 978-989-95757-7-6. Resumo inserto na publicação..
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada VIOLÊNCIA
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada AGRESSÃO FÍSICA
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada CRIMINALIDADE FEMININA
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada ANÁLISE SOCIAL
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem ANICA
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Aurízia
995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DOS EXEMPLARES
-- 0
-- PJCD_301_000000000000000
-- 2022-06-06
-- 2022-06-06
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