Criminalidade organizada (Record no. 362938)

001 - IDENTIFICADOR DO REGISTO
Identificador do registo 362938
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20140110u y0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio Criminalidade organizada
Informação de outro título que política criminal?
Primeira menção de responsabilidade Anabela Miranda Rodrigues
311 ## - NOTAS RELATIVAS A CAMPOS DE ENTRADAS RELACIONADAS
Texto da nota (*). In: Direito Penal Económico e Europeu: textos doutrinários. Coimbra : Coimbra Editora, 2009. vol. 3. ISBN 9789723216714. p. 183-198.
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota A «globalização» é uma das características que define os modelos sociais post-industriais. A fractalização apresenta-se como uma chave de compreensão da criminalidade na sociedade globalizada, ordenada a partir do caos, em que a anomia e a divisão do trabalho de Durkheim e o movimento centro/periferia de Braudel ganham novo sentido. A teoria da «sociedade fractal», adaptando estes conceitos ao contexto da sociedade emergente, é uma espécie de «teoria da relatividade criminológica. O crime não seria só «normal», como já hoje é adquirido, mas tornar-se-ia no «instrumento auto-organizado de regulação social». O aspecto mais paradoxal da globalizaçâo é o surgimento de novos espaços de «socialização»: a globalização traduz-se, sociologicamente, por uma disseminação de «redes» de indivíduos que se identificam entre si, não importando qualquer distinção entre rede legal ali criminosa. O que é novo é que, do ponto de vista estrutural. não há diferença entre as redes quanto à sua função socializadora de base. A criminalidade deixa de se situar à margem da sociedade, já que está em todo o lado. A propósito da criminalidade organizada, a criminologia destaca as «redes difundidas internacionalmente, trabalhando a grande escala, com uma motivação essencialmente económica, que se identificam com a estrutura meio ambiental com a qual fazem corpo», o que lhes assegura uma certa «imunidade». Desta nova criminalidade da globalização evidenciam-se as características da sua organização e internacionalização e o facto de ser uma criminalidade dos poderosos. No «novo» mundo, aberto e complexo, o desafio é paradoxal»: «habituarmo-nos a viver com uma criminalidade inerente ao próprio funcionamento da sociedade e conceber, todavia, réplicas que a impeçam de nos submergir». Neste quadro, os sistemas penais, individualmente considerados, são inoperantes para responder ao desafio da criminalidade. Torna-se imperioso recorrer, no âmbito punitivo, à cooperação internacional. Neste sentido, o mundo «regionalizou-se» e nasceram vários espaços penais, designadamente europeus.
463 ## - NÍVEL UNIDADE FÍSICA
Título (*). In: Direito Penal Económico e Europeu: textos doutrinários. Coimbra : Coimbra Editora, 2009. vol. 3. ISBN 9789723216714. p. 183-198..
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada CRIME ORGANIZADO
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada POLÍTICA CRIMINAL
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem RODRIGUES
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Anabela Miranda
995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DOS EXEMPLARES
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