Impressões digitais como evidência para identificação genética (Record no. 340190)

001 - IDENTIFICADOR DO REGISTO
Identificador do registo 340190
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20220318 pory50
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio Impressões digitais como evidência para identificação genética
Primeira menção de responsabilidade Arlindo M.Lagoa, co-aut. M.Fátima Pinheiro
210 ## -
-- 2006
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota Sempre que um crime é cometido, o exame do local é uma tarefa essencial, sem a qual seria certamente impossível a resolução da esmagadora maioria dos casos. Uma das principais preocupações dos investigadores é a recolha de vestígios dermopapilares, principalmente de impressões digitais, que permitam relacionar um suspeito com a cena do crime. A análise destes vestígios anatómicos, tradicionalmente lofoscópica, hoje pode ter uma abordagem completamente distinta, através da determinação do seu perfil genético. Quando se toca em superfícies ou se manipula objectos, podem ficar aderentes algumas células nucleadas que possibilitam, se houver um tratamento adequado, a extracção do DNA e consequente análise. Contudo, o número de células depositadas é normalmente muito baixo, permitindo apenas extrair quantidades de DNA muitas vezes inferiores a 100 pg. Além disso, uma fracção deste DNA encontra-se degradada em fragmentos múltiplos de 200 pb, como resultado do fenómeno de apoptose, característico destas células. Aumentar para 34 o número de ciclos da PCR [Polymerase Chain Reaction] permite analisar estas quantidades exíguas de DNA, através de STRs [Short Tadem Repeat]. No entanto, este aumento da sensibilidade induz a formação de vários artefactos, como “allele dropout”, “locus dropout” e aumento de produtos “stutter”. Tem sido também demonstrado, que pode ocorrer transferência de DNA de indivíduos não relacionados com o crime, antes, durante ou depois do evento criminoso, por transferência transversal. Estas dificuldades podem levar a incertezas relacionadas com a atribuição dos perfis genéticos das amostras, comprometendo, por vezes, os resultados. É, por isso, necessário ter especial cuidado na interpretação dos mesmos. Todavia, esta metodologia de análise de impressões digitais, constituirá seguramente uma inovação promissora na identificação individual.
461 ## - NÍVEL DE CONJUNTO
Título Polícia e Justiça. - S.3, nº7 (jan.-jun.2006),p.253 -272
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada DACTILOSCOPIA
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada GENÉTICA
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada ANÁLISE DE VESTÍGIOS
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada RECOLHA DA PROVA
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada ADN
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem Lagoa, Arlindo M.
701 ## - NOME DE PESSOA - CO-RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem Pinheiro, Maria de Fátima Terra
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995 ## - Localização e informação dos exemplares
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-- IPJCCPP__11160_000000000000000
-- 2022-03-18
-- 2022-03-18
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Holdings
Número interno Koha (auto-gerado) Biblioteca de aquisição Biblioteca de empréstimo Cota Tipo de documento
367927 Biblioteca da Polícia Judiciária Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais IPJCCPP.11160 Analíticos de Periódicos