O património prisional português (Record no. 25488)
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| 001 - IDENTIFICADOR DO REGISTO | |
|---|---|
| Identificador do registo | 25488 |
| 100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO | |
| Dados gerais de processamento | 20210115c2020 y0pory50 ba |
| 101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO | |
| Língua do texto, banda sonora, etc. | Português |
| 200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE | |
| Título próprio | O património prisional português |
| Informação de outro título | um roteiro arquitetónico bicentenário |
| Primeira menção de responsabilidade | Paulo Jorge Antunes dos Santos Adriano |
| 330 ## - SÚMULA OU RESUMO | |
| Texto da nota | Quando se debate o património cultural edificado, geralmente os edifícios alvo são igrejas, palácios ou castelos, sendo raro o enfoco dado aos edifícios prisionais. Tendencialmente esquecidas, consequência da sua função social, as cadeias constituem um património geralmente considerado desinteressante. Nada poderia estar mais afastado da verdade. Os edifícios, ou espaços prisionais, existem desde os tempos mais remotos, acompanhando o processo evolutivo das sociedades, constituindo testemunhos das diversas épocas que os conceberam. Quem entra numa enxovia da Cadeia da Relação do Porto, numa cela da Penitenciária de Lisboa, ou percorre os pavilhões prisionais da Prisão-Escola em Leiria, é transportado no tempo, consequência de diferentes programas arquitetónicos, materializados segundo conceitos penais divergentes mas representativos da mentalidade e cultura dos séculos XVIII, XIX e XX, respetivamente. Algumas das estruturas prisionais que foram sendo edificadas ao longo de dois séculos ainda hoje integram a rede do atual parque prisional português, no entanto, outras, viram alteradas as suas funções primordiais, sendo adaptadas a outros contextos, ou mesmo destruídas. O intuito deste artigo é tentar traçar uma linha condutora sistemática evolutiva, que liga os finais do século XIX aos finais do século XX, elencando os edifícios que ao longo deste tempo foram sendo edificados, alterados ou destruídos, gerando linhas de preocupação e de sensibilização no contexto de um património geralmente esquecido e vítima de apagamento de memória, ou seja, o património prisional. |
| 461 ## - NÍVEL DE CONJUNTO | |
| Número do volume | N. 3 e 4 |
| Data de publicação | 2020 |
| Descrição física | p. 179-216 |
| Título | Sombras e Luzes |
| Lugar de publicação | Lisboa |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO | |
| Elemento de entrada | ARQUITECTURA PRISIONAL |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO | |
| Elemento de entrada | PATRIMÓNIO ARQUITETÓNICO |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO | |
| Elemento de entrada | CULTURA PRISIONAL |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO | |
| Elemento de entrada | PORTUGAL |
| 700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL | |
| Palavra de ordem | ADRIANO |
| Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem | Paulo Jorge Antunes dos Santos |
| 852 ## - LOCALIZAÇÃO E COTA | |
| Cota | PP458 |
| 995 ## - Localização e informação dos exemplares | |
| -- | 0 |
| -- | PP_458_000000000000000 |
| -- | 2021-12-17 |
| -- | 2021-12-17 |
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| Número interno Koha (auto-gerado) | Biblioteca de aquisição | Biblioteca de empréstimo | Cota | Tipo de documento |
|---|---|---|---|---|
| 28817 | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | PP458 | Analíticos de Periódicos |