| 001 - IDENTIFICADOR DO REGISTO |
| Identificador do registo |
20979 |
| 100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO |
| Dados gerais de processamento |
20070925u y0pory50 ba |
| 101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO |
| Língua do texto, banda sonora, etc. |
Português |
| 200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE |
| Título próprio |
Alternative paradigms of hospital work organisation and health provision |
| 330 ## - SÚMULA OU RESUMO |
| Texto da nota |
Na grande maioria dos países europeus, os serviços hospitalares e de saúde têm vindo a ser pressionados a reduzir custos e aumentar eficiência. Este artigo analisa o modo como as organizações de cuidados de saúde têm vindo a adoptar uma das duas vias: «mercados internos» no pressuposto implícito de uma maior margem de escolha quer para quem presta o serviço quer para quem o utiliza, ou «flexibilidade interna» e benefícios na eficiência na base da vantagem mútua para ambos os utilizadores e prestadores de serviços de saúde. Estes paradigmas são analisados por referência aos que reflectem o que se passa no sector da produção, em particular os modelos «Fordistas» para redução de custos na base do volume dos serviços prestados, e os modelos «pós-fordistas» para a flexibilização das práticas de trabalho com ênfase numa prestação de serviços com qualidade e personalizada. Evidências de estudos de caso na área da saúde no Reino Unido sugerem que «mercados internos» e o fordismo contribuem para o aumento do número de pacientes atendidos sem no entanto reduzir custos ou alargar a margem de escolha dos pacientes, tendo mesmo em alguns casos consequências na diminuição da qualidade do serviço prestado. As implicações destes paradigmas alternativos de flexibilidade-por-constrangimento e flexibilidade-por-consentimento são relacionadas com a proposta de acordos-de-inovação, aprendizagem ao longo da vida e melhor equilíbrio vida-trabalho tal como recomendado no Conselho Europeu de Lisboa em Junho de 2000. Partindo do princípio de que existem diferenças culturais, é argumentado que é possível em Portugal a transição para um modelo flexível pós-fordista com ganhos de eficiência nos serviços prestados na saúde na base de uma vantagem mútua quer para pacientes quer prestadores de serviços. Uma nota especial de atenção é dada ao facto de tal modelo de melhoria contínua ter sido bem sucedido no sector da produção em Portugal. |
| 461 ## - NÍVEL DE CONJUNTO |
| Número do volume |
V.25,n.1 |
| Data de publicação |
Jan.-Jun. 2007 |
| Descrição física |
p.19-37 |
| Título |
Revista Portuguesa de Saúde Pública |
| Lugar de publicação |
Lisboa |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
SERVIÇOS DE SAÚDE HOSPITALIZAÇÃO FORMAÇÃO AO LONGO DA VIDA |
| 700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL |
| Palavra de ordem |
OLIVEIRA |
| Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem |
Teresa Carla |
| 701 ## - NOME DE PESSOA - CO-RESPONSABILIDADE PRINCIPAL |
| Palavra de ordem |
HOLLAND |
| Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem |
Stuart |
| 852 ## - LOCALIZAÇÃO E COTA |
| Cota |
P.240 |
| 995 ## - Localização e informação dos exemplares |
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P__240_000000000000000 |
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2021-12-17 |
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2021-12-17 |
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