Adversidade na infância e estado de saúde em mulheres reclusas com e sem história de consumo de substâncias ilícitas (Record no. 11326)

001 - ETIQUETA DE REGISTO
Identificador do registo 11326
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20190304d2013 y0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio Adversidade na infância e estado de saúde em mulheres reclusas com e sem história de consumo de substâncias ilícitas
Primeira menção de responsabilidade Mónica da Conceição Garcia Fernandes
Outras menções de responsabilidade ori.tese Ângela Maia
210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC.
Lugar da publicação, distribuição, etc. [S.l.
Nome do editor, distribuidor, etc. s.n.]
Data da publicação, distribuição, etc. 2013
215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA
Indicação específica do tipo de material e extensão do item 31 p.
Dimensões 30 cm em PDF
300 ## - NOTAS GERAIS
Texto da nota Dissertação de mestrado integrado em Psicologia (área de especialização em Psicologia da Justiça) apresentado á Universidade do Minho Escola de Psicologia
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota Este estudo é sobre experiências adversas da população reclusa feminina, considerando a história de consumo, tendo como população de estudo 232 reclusas. Os objectivos dessa investigação foram: perceber a relação entre experiências adversas na infância e o estado de saúde das reclusas e averiguar se estas dimensões são diferentes quando se compara reclusas com e sem história de consumo de substâncias ilícitas. Os resultados indicam que relativamente às experiências adversas existem associações entre algumas experiências adversas e ter história de consumo de substâncias, e o grupo com história de consumo relata um total significativamente superior de experiências adversas. Relativamente ao estado de saúde das reclusas, não foram encontradas diferenças entre os dois grupos ao nível do RSCL, SF-12 e ansiedade e depressão. Tal como indica a literatura, o grupo de reclusas com consumo tem maiores níveis de exposição a experiências adversas, mas contra o esperado estas reclusas não relatam pior estado de saúde e que ao nível do estado de saúde.
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PSICOLOGIA
ID Autoridade 705
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada SAÚDE
ID Autoridade 788
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada CONSUMO DE DROGA
ID Autoridade 5102
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PRISÃO
ID Autoridade 5106
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada POPULAÇÃO RECLUSA
ID Autoridade 8745
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada TESE DE MESTRADO
ID Autoridade 5079
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem Fernandes
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Mónica da Conceição Garcia
Código de função Co-autor
ID Autoridade 12263
701 ## - NOME DE PESSOA - CO-RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem MAIA
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Ângela
Código de função Orientador de tese
ID Autoridade 9205
852 ## - LOCALIZAÇÃO E COTA
Cota EST998
995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES
-- 0
-- EST_998_000000000000000
-- 2021-12-17
-- 2021-12-17
-- 0
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